TEXTO DIÁRIO, quinta-feira, 8 de janeiro de 2026. Continue vencendo o mal com o bem (Romanos 12:21).

TEXTO DIÁRIO, quinta-feira, 8 de janeiro de 2026. Continue vencendo o mal com o bem (Romanos 12:21).

Examinemos as Escrituras todos os dias de 2026.

Quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Continue a vencer o mal com o bem (Romanos 12:21).

Jesus usou a analogia de uma viúva que suplicava repetidamente a um juiz por justiça. Certamente os discípulos podiam se solidarizar com a mulher, pois muitas pessoas sofriam injustiças naquela época (Lucas 18:1-5). Nós também podemos entender como aquela viúva se sentiu, pois todos nós já fomos tratados injustamente em algum momento. Não é surpreendente que sejamos tratados dessa forma, pois o preconceito, a desigualdade e a opressão são comuns neste mundo (Eclesiastes 5:8). O que pode nos surpreender é quando um irmão ou irmã nos trata mal. É claro que eles não são como aqueles que se opõem à verdade. Mas, sendo imperfeitos, às vezes podem ser injustos conosco. Podemos aprender muito com a reação de Jesus quando foi injustiçado por inimigos perversos. Se nos esforçamos para sermos pacientes com nossos inimigos quando eles nos tratam injustamente, como podemos não ser pacientes com nossos irmãos e irmãs? (Lucas 24:11, parágrafos 1, 2)

Como sabemos que Jeová se importa com a forma como somos tratados?

Jeová se importa profundamente com a forma como somos tratados. “Jeová ama a justiça” (Salmo 37:28). Jesus disse que Deus “fará justiça prontamente” aos seus servos no tempo determinado (Lucas 18:7, 8). E em breve ele eliminará todo o sofrimento e nunca mais permitirá que soframos injustiça (Salmo 72:1, 2).

Como Jeová nos ajuda?

Enquanto aguardamos o tempo em que a justiça prevalecerá, Jeová nos ensina como reagir à injustiça (2 Pedro 3:13). Por exemplo, ele nos mostra o que devemos fazer para não piorar as coisas. Ele também nos dá um exemplo perfeito a seguir: o de seu Filho. E a Bíblia oferece conselhos muito úteis que podemos aplicar quando somos tratados injustamente.

Por que devemos ter cuidado com a forma como reagimos à injustiça?

Podemos nos sentir profundamente magoados e angustiados por causa de uma injustiça (Eclesiastes 7:7). Servos fiéis como Jó e Habacuque se sentiram assim (Jó 6:2, 3; Habacuque 1:1-3). Embora seja normal ter esses sentimentos, devemos ter cuidado com a forma como reagimos para não fazermos algo imprudente.

O que nos ensina o exemplo de Absalão?

Quando testemunhamos ou vivenciamos uma injustiça, nosso primeiro impulso pode ser o de fazer justiça com as próprias mãos. Mas isso só piora a situação. Considere o exemplo de Absalão, um dos filhos do rei Davi. Ele ficou furioso ao saber que seu meio-irmão Amnon havia estuprado sua irmã Tamar. De acordo com a Lei de Moisés, Amnon merecia morrer pelo que havia feito (Levítico 20:17). É compreensível que Absalão estivesse furioso, mas ele não tinha o direito de fazer justiça com as próprias mãos (2 Samuel 13:20-23, 28, 29).

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