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FAÇA SEU MELHOR NO MINISTERIO: Semana de 6 a 12 de julho de 2026, Palestra: Jesus previu os eventos que vemos hoje. Lição 7, Tarefa Preparada.

SEJAM MELHORES PROFESSORES: 6 a 12 de julho de 2026, Palestra: Jesus previu os eventos que vemos hoje. Lição 7, Tarefa Preparada.

Discurso (5 min.) lmd apêndice A ponto 18. Título: Jesus previu os eventos que vemos hoje (lição 7).

Quer abramos um jornal, consultemos as notícias online ou simplesmente conversemos com os nossos vizinhos, há um sentimento que parece repetir-se em todo o lado: a incerteza.

Muitos se perguntam: o mundo sempre foi tão turbulento ou estamos vivendo um momento verdadeiramente excepcional? Curiosamente, há cerca de dois mil anos, os discípulos de Jesus lhe fizeram uma pergunta muito semelhante.

Vamos ler Mateus 24:3

“Enquanto ele estava sentado no Monte das Oliveiras, os discípulos aproximaram-se dele em particular e perguntaram: ‘Diga-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal da tua presença e do fim deste sistema?'”

Jesus não respondeu dando uma data. Em vez disso, descreveu um sinal composto, constituído por vários eventos que ocorreriam simultaneamente. Graças a esse sinal, as pessoas seriam capazes de reconhecer o período em que viveriam.

Vejamos parte dessa descrição em Mateus 24:7, 8: “Pois nação lutará contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares. 8Todas essas coisas são o princípio de grandes sofrimentos.”

O relato paralelo em Lucas 21 acrescenta mais detalhes. Ali, Jesus também menciona grandes terremotos, fomes, epidemias e outras cenas terríveis. Ora, alguém poderia dizer com razão: “Mas guerras, terremotos e fomes sempre existiram”. E isso é verdade.

A chave está na expressão usada por Jesus: “o princípio da angústia e da dor”. No idioma original, essa expressão se refere às dores do parto. Vamos refletir sobre esse exemplo por um momento. As dores do parto não consistem em uma única contração. Elas começam, depois se tornam mais frequentes, mais intensas e ocorrem uma após a outra até o nascimento.

Da mesma forma, Jesus não estava falando de um único evento isolado, mas de uma série de eventos que ocorreriam simultaneamente e com intensidade crescente.

Não é exatamente isso que vemos hoje? Vamos considerar três aspectos dessa profecia.

Em primeiro lugar, os conflitos globais. Hoje, a guerra não afeta apenas o local onde ocorre. Suas consequências impactam a economia, o comércio, a migração e a estabilidade de muitos países. Além dos conflitos militares, existem guerras comerciais, guerras cibernéticas e outras tensões internacionais que afetam milhões de pessoas.

Em segundo lugar, as crises alimentares. É espantoso que, apesar de a humanidade possuir a tecnologia agrícola mais avançada da história, milhões de pessoas continuem a sofrer de fome. Em muitos casos, isso não se deve à falta de alimentos, mas sim a conflitos, pobreza e à distribuição desigual de recursos.

E em terceiro lugar, epidemias e problemas de saúde. Apesar dos enormes avanços na medicina, vimos como as doenças infecciosas podem se espalhar rapidamente e afetar a vida de países inteiros em um curto período de tempo.

Ao reunirmos todas essas evidências, torna-se difícil não reconhecer que o quadro descrito por Jesus coincide notavelmente com o mundo em que vivemos.

No entanto, Jesus não deu essa profecia para incitar o medo. Pelo contrário, ele incluiu um aspecto de grande esperança.

Vamos ler Mateus 24:14

“E as boas novas do Reino serão pregadas em toda a terra habitada, como testemunho a todas as nações, e então virá o fim.”

Esta parte da profecia também está se cumprindo diante de nossos olhos. Em praticamente todos os países e em milhares de idiomas, incluindo línguas indígenas e línguas de sinais, milhões de pessoas estão ouvindo a mensagem de esperança do Reino de Deus.

Este cumprimento demonstra que Jeová continua a dirigir os acontecimentos e está dando às pessoas a oportunidade de aprender sobre o seu propósito.

Assim, ao analisarmos o quadro completo, chegamos a uma conclusão muito clara: Jesus não exagerou a realidade nem fez previsões ambíguas. Ele descreveu com precisão os tempos em que vivemos. Portanto, observando os acontecimentos atuais, podemos ter certeza de que as palavras de Jesus estão se cumprindo.

Agora, esse conhecimento nos leva a uma questão pessoal: Que impacto essa certeza terá na minha vida e na vida da minha família?

Que o cumprimento dessas profecias fortaleça nossa confiança em Jeová, nos motive a continuar prestando atenção às palavras de Jesus e nos impulsione a continuar proclamando as boas novas do Reino com a certeza de que as promessas de Deus sempre se cumprem.

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By ajudatj

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