Estudo de A Sentinela, Continuemos a Satisfazer as Nossas “Necessidades Espirituais”, Semana de 2 a 8 de fevereiro de 2026, Comentários e Respostas.

Estudo de A Sentinela, Continuemos a Satisfazer as Nossas “Necessidades Espirituais”, 2 a 8 de março de 2026, Comentários e Respostas.

TEXTO PARA O ANO DE 2026: “Bem-aventurados os que reconhecem as suas necessidades espirituais” (MAT 5:3).

1. Quais são as necessidades básicas com que Jeová nos criou? (Mateus 5:3).

Jeová nos criou com certas necessidades básicas, como alimento, vestuário e abrigo. Essas necessidades são tão importantes que, se nos faltassem, mesmo que por pouco tempo, nossa vida seria muito difícil. Além disso, Jeová nos criou com necessidades espirituais e, se quisermos ser verdadeiramente felizes, precisamos reconhecer essas necessidades e nunca deixar de satisfazê-las.

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Ele nos criou com necessidades básicas como abrigo, vestuário e alimento, e se nos faltassem essas coisas, mesmo que por pouco tempo, a vida se tornaria muito mais difícil. Mas Ele também nos criou com uma grande necessidade espiritual.

Jeová nos dotou de razão e sentimentos para nos diferenciar dos outros seres, e para sermos verdadeiramente felizes precisamos suprir e satisfazer nossas necessidades espirituais.

Refletindo sobre a criação de Adão e Eva: Quando Jeová criou Adão e ele abriu os olhos, o que ele disse? “Estou com fome”? Ou melhor, “Quem sou eu? Quem me criou? O que estou fazendo aqui?” Parece claro que o que mais precisamos é satisfazer essa necessidade espiritual e responder às perguntas sobre nossa transcendência. É isso que Mateus 5:3 explica.

Uma das maiores questões da humanidade é como ser feliz, e nós sabemos a resposta porque a Bíblia a oferece: reconhecer que existe uma necessidade espiritual que precisamos satisfazer. Este mundo não vê as coisas dessa maneira. É materialista e acredita que tudo se baseia no que pode ser visto e tocado. Mas nós entendemos que existe uma necessidade espiritual, e reconhecê-la nos traz felicidade.

2. Que exemplo nos ajuda a entender o que significa reconhecer nossas necessidades espirituais?

O exemplo de um homem muito pobre, vestido com trapos e sentado num canto, exposto ao calor do dia e ao frio da noite, ajuda-nos a compreender este ponto. Ele está fraco e emaciado pela falta de comida e, aliado à sua aparência miserável, as pessoas evitam-no. Esta pessoa reconhece que precisa de ajuda para melhorar a sua situação.

O mesmo acontece com os mendigos espirituais, isto é, aqueles que reconhecem suas necessidades espirituais. Eles reconhecem o quão desesperadora é a sua situação e que precisam de ajuda para melhorá-la. Por essa razão, sentem a necessidade de aproveitar os dons espirituais que Jeová lhes dá.

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A ideia de reconhecer as necessidades espirituais está relacionada ao conceito de “mendigo espiritual”. Assim como um mendigo experimenta muitas necessidades físicas e sabe que precisa de ajuda para superá-las, os mendigos espirituais também reconhecem que estão em uma situação espiritual difícil e precisam de assistência.

Assim como um mendigo físico não seria obrigado a receber um pouco de ajuda e pensar que não precisa mais dela, nós, mendigos espirituais, aproveitamos cada oportunidade e momento para receber alimento espiritual. Sabemos que, se pararmos de nos alimentar espiritualmente, nossa situação voltará a ser desesperadora. É por isso que ansiamos tanto por esse alimento espiritual.

Quando conhecemos a Bíblia, podemos explicá-la — talvez não com as mesmas palavras usadas em A Sentinela. Mas mesmo aqueles que não conhecem a Bíblia ou Deus às vezes expressam isso com frases como: “As coisas materiais deixam você com uma sensação de vazio”. Essa sensação de vazio é um tipo de carência difícil de explicar, mas certamente é sentida. É por isso que o parágrafo diz que aqueles que a compreendem sabem como preencher esse vazio: aproveitando os muitos dons espirituais que Jeová nos dá.

Como afirma o parágrafo, o mendigo tem clareza sobre suas necessidades básicas. Ele não pensa em grandes luxos ou fantasias, mas sim naquilo que precisa para continuar vivendo. Da mesma forma, um mendigo espiritual não pensa em coisas que possam distraí-lo, mas sim naquilo que realmente precisa para servir a Deus.

3. O que veremos neste artigo?

Neste artigo, examinaremos o exemplo da mulher fenícia que implorou a Jesus por ajuda e como ela demonstrou três qualidades essenciais para aqueles que reconhecem suas necessidades espirituais. Analisaremos também os exemplos de três homens altamente espirituais: os apóstolos Pedro e Paulo, e o rei Davi.

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Primeiramente, analisaremos três qualidades demonstradas por uma mulher fenícia ao pedir ajuda a Jesus, qualidades que nós também devemos demonstrar para satisfazer nossas necessidades espirituais. Em seguida, examinaremos o exemplo de três homens muito espirituais: os apóstolos Pedro e Paulo, e o rei Davi.

UM EXEMPLO DE HUMILDADE, PERSISTÊNCIA E FÉ

4. O que a mulher fenícia queria que Jesus fizesse por ela?

A mulher fenícia foi até Jesus porque sua filha estava “cruelmente possuída por um demônio”, e ela tinha fé de que ele poderia ajudá-la. Ela se aproximou dele, ajoelhou-se e implorou por sua ajuda. Dessa forma, essa mulher demonstrou qualidades notáveis.

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A mulher fenícia queria que Jesus curasse sua filha, que estava cruelmente possuída por um demônio.

Essa mulher aproximou-se de Jesus, que estava acompanhado de seus discípulos, e o chamou de “Filho de Davi”, reconhecendo-o assim como o Messias. Em grande angústia, ela implorou que ele ajudasse sua filha, que estava cruelmente possuída por um demônio. A princípio, Jesus não respondeu ao seu pedido, pois sua missão era voltada principalmente para as ovelhas da casa de Israel e não para os gentios. Mesmo assim, a mulher não desistiu. Continuou a segui-lo e a insistir humildemente para que ele lhe concedesse essa graça. Finalmente, vendo a grande fé e perseverança da mulher, Jesus atendeu ao seu pedido e realizou o milagre.

5. Que qualidades a mulher fenícia demonstrou e o que Jesus fez? (Veja também a imagem.)

A mulher fenícia demonstrou verdadeira humildade ao não se ofender com a comparação que Jesus fez dela a um cachorrinho. Ela não se sentiu insultada, nem se afastou sem pedir a ajuda dele. Além disso, mostrou persistência ao suplicar repetidamente por auxílio, pois tinha fé nele.

Dessa forma, Jesus viu que a mulher tinha grande fé e decidiu ajudá-la, embora tivesse dito que fora enviado para ajudar apenas “as ovelhas perdidas da nação de Israel”, e expulsou o demônio que atormentava sua filha.

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Ela demonstrou humildade, fé e persistência, e foi por isso que Jesus viu sua grande fé e expulsou o demônio que atormentava sua filha.

Na imagem, podemos observar alguns detalhes que refletem as qualidades da mulher fenícia. Ela, que não era judia, conversava com homens e se curvava em um gesto de humildade. Essas qualidades estão claramente presentes nela.

Ela demonstrou humildade porque, embora Jesus a comparasse a uma cachorrinha, ela poderia ter se afastado ou se ofendido, mas não o fez. Pelo contrário, implorou a ele repetidas vezes. Sua fé era tão grande que Jesus mudou de atitude, pois a princípio lhe dissera que fora enviado apenas para ajudar as ovelhas perdidas da nação de Israel. Contudo, ao ver a grande fé daquela mulher, comoveu-se, ajudou-a e expulsou o demônio que atormentava sua filha.

Neste relato, vemos não apenas as qualidades daquela mulher, tão essenciais para se aproximar de Jeová, mas também como Jesus a tratou com grande respeito, paciência e amor. Embora ela fosse de uma cultura diferente, e a comparação que ele fez pudesse tê-la magoado, Jesus demonstrou qualidades características do nosso Rei: justiça, sabedoria e profundo amor. Essas qualidades nos ajudam a nos aproximarmos cada vez mais de Jeová, porque ele procura aqueles que demonstram humildade.

ILUSTRAÇÃO

Uma mulher fenícia está de joelhos pedindo ajuda a Jesus, enquanto ele está sentado à mesa comendo com três de seus discípulos.

A mulher fenícia demonstrou humildade, persistência e fé, e assim obteve a ajuda de que precisava. (Ver parágrafo 5.)

6. O que aprendemos com a história da mulher fenícia?

Aprendemos que, se quisermos satisfazer nossas necessidades espirituais, precisamos cultivar a humildade, a perseverança e uma fé inabalável. A humildade e a perseverança nos motivam a pedir a ajuda de Deus de forma constante e sincera.

Além disso, devemos fortalecer nossa fé em Jesus Cristo e ter total confiança naqueles que ele usa para liderar seus discípulos. Quando demonstramos essas qualidades, Jeová e seu Filho se agradam em satisfazer nossas necessidades espirituais.

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Com a mulher fenícia, aprendemos a cultivar a humildade, algo que muitas vezes é difícil para nós, humanos. Em Tiago 1:5-7, somos instruídos de que, se alguém tem falta de sabedoria — ou mesmo de fé ou de alguma outra qualidade —, deve pedir constantemente a Jeová por ela. Mas isso requer humildade, porque envolve reconhecer que talvez nos faltem certas qualidades.

Muitas vezes percebemos que precisamos cultivar certas qualidades quando passamos por situações que revelam aspectos da nossa personalidade que não tínhamos notado antes. Nesses momentos, devemos trabalhar nessas qualidades, imitar essa mulher, ser humildes e pedir a ajuda de Jeová.

Aprendemos que Jeová e Jesus valorizam muito a fé, a humildade e a perseverança, e abençoam aqueles que demonstram essas qualidades.

Uma das razões pelas quais é importante ter fé é que Jeová — por meio de Jesus — escolheu aquele que nos dá alimento espiritual: o escravo fiel e prudente. Se duvidássemos de quem realmente nos ajuda a compreender a Palavra de Deus, teríamos um problema.

É impressionante o quanto ela perseverou. A princípio, parecia que Jesus a estava rejeitando, como se dissesse que ela não tinha direito àquela ajuda, mas ela perseverou. Isso demonstra sua notável persistência. Ela ouviu e considerou o que Jesus disse, mas continuou insistindo. Seu maior desejo era que sua filha fosse libertada. Jesus, por sua vez, nunca a repreendeu; pelo contrário, reconheceu sua grande fé. Afinal, ela também era uma criação de seu Pai.

Com relação à persistência, Tiago 1:5-7 diz: “Continuem pedindo a Deus”. Ou seja, devemos ser persistentes, não apenas em nossa fé, mas também em nossas petições a Jeová. Se formos persistentes e Jeová nos ajudar, teremos uma fé forte. Então, como diz o texto, não seremos como uma onda do mar, agitada de um lado para o outro, mas teremos uma confiança tão firme em Jeová que não seremos facilmente arrastados.

É provável que Jesus tenha percebido a fé no coração da mulher desde o primeiro instante em que a viu. Mas surge então uma pergunta: se Jesus sabia o que havia em seu coração, por que não lhe concedeu o que ela precisava desde o início? Uma razão poderia ser que ele lhe deu a oportunidade de demonstrar sua fé e essas belas qualidades. Além disso, seu exemplo serviria de ensinamento para aqueles ao seu redor, e também nos serve hoje.

O que aprendemos é que, hoje em dia, às vezes pedimos coisas a Jeová e podemos não receber uma resposta imediata. Podemos pensar: “Se o que estou pedindo está de acordo com a tua vontade, por que não me dás agora?” No entanto, o fato de Jeová não responder imediatamente não significa que ele não nos ouve. Pelo contrário, pode ser uma oportunidade para demonstrarmos qualidades como humildade, persistência e fé.

Sejamos como Pedro: sejamos sempre bem nutridos espiritualmente.

7. Que tarefa Pedro recebeu, mas o que mais ele tinha que fazer? (Hebreus 5:14-6:1).

Pedro recebeu a tarefa que Jesus lhe confiou antes de ascender ao céu: “apascentar as suas ovelhinhas”. Ele cumpriu fielmente essa responsabilidade e foi até usado por Jeová para escrever duas cartas que fazem parte da Bíblia.

No entanto, além de alimentar espiritualmente os outros, ele também precisava alimentar-se espiritualmente. Para isso, estudou diligentemente as cartas inspiradas escritas pelo apóstolo Paulo. Embora reconhecesse que algumas coisas eram difíceis de entender, perseverou e teve fé de que Jeová o ajudaria a compreender e aplicar esse “alimento sólido”.

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Em João 6:68, vemos que Pedro reconheceu que Jesus tinha palavras de vida eterna. Quando outros disseram que deixariam de segui-lo, Pedro respondeu: “Para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna”, e seguiu Jesus. Mesmo antes de ascender ao céu, Jesus lhe disse para apascentar as suas ovelhas. Além disso, Jeová o usou para escrever duas cartas na Bíblia.

Pedro sabia que precisava de alimento espiritual. Por isso, também estudou as cartas que o apóstolo Paulo havia escrito. No entanto, ele percebeu — como diz 2 Pedro 3:15, 16 — que havia coisas difíceis de entender. Mesmo assim, persistiu e teve fé de que Jeová o ajudaria a compreender o significado do que estava escrito ali.

Pedro disse que Paulo havia escrito coisas difíceis de entender. E o próprio Paulo, em suas cartas, explica que alguns ensinamentos são como alimento sólido; isto é, alimento que requer estudo e esforço, diferentemente dos ensinamentos fundamentais que aprendemos no início. Portanto, Pedro teve que se esforçar para entender essas coisas e assimilar esse alimento sólido.

Lembremos que Pedro foi um dos primeiros apóstolos que esteve com Jesus e recebeu muitos privilégios. Mesmo que ainda tivesse dificuldades para compreender certos ensinamentos, ele é, sem dúvida, um bom exemplo para todos nós.

Pedro foi humilde ao reconhecer sua necessidade de alimento sólido e que não deveria se contentar apenas com o básico. Ele também foi persistente em se esforçar para entender as coisas que lhe eram difíceis, sem desistir. Além disso, ele tinha fé em Jeová, reconhecendo que não conseguiria fazer isso sozinho, mas precisava da ajuda de Jeová.

8. O que Pedro fez quando recebeu novas instruções de Jeová?

Quando Pedro recebeu novas instruções de Jeová, embora a princípio lhe parecesse impensável comer animais que a Lei considerava impuros, ele obedeceu após receber esta instrução: “Não chamem de impuro o que Deus purificou”.

Além disso, ele mudou sua maneira de pensar e agiu imediatamente de acordo com a nova orientação. Foi à casa de Cornélio, embora nunca antes tivesse entrado na casa de um não judeu. Lá, pregou com ousadia e teve a alegria de ver Cornélio e sua família aceitarem a verdade, receberem o Espírito Santo e serem batizados.

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Pedro tomou decisões que lhe seriam impensáveis ​​não muito tempo antes. Por exemplo, houve o caso em que recebeu instruções de um servo de Jeová para matar e comer animais proibidos pela Lei. Por isso, ele reagiu dizendo: “Não, eu nunca farei isso. Sempre obedeci à Lei”. E isso é compreensível, pois precisamos nos colocar no lugar dele. Ele já era bastante idoso e nunca havia feito nada parecido. Desde criança, fora criado em uma família judaica e obedecera fielmente a essas regras.

Pedro estava sendo solicitado a fazer algo diferente, e era compreensível que a princípio ele não entendesse. Mas Jeová explicou que já havia purificado aquelas coisas, que a situação havia mudado e que agora queria que Pedro as visse sob uma nova perspectiva. Então, compreendendo isso, Pedro se alinhou com o que Jeová esperava de seus servos.

Vemos que Pedro mudou sua atitude. Como menciona Provérbios 4:18, a vereda dos justos é como a luz da aurora, que brilha cada vez mais até o amanhecer. Pedro compreendeu que Jeová lhe estava dando uma nova iluminação e, por isso, precisava mudar, o que fez imediatamente.

De acordo com o relato em Atos 10:28, 29, Jeová instruiu Pedro a ir à casa de um gentio. Isso era algo inédito na época, e para um judeu, era impensável entrar na casa de alguém de outra nação. Contudo, Pedro concordou e pôs em prática o que havia aprendido. Ele se deixou guiar por Jeová, foi à casa, e ali Cornélio e sua família creram.

Embora Jeová já tivesse anunciado essa mudança, é compreensível que esses costumes levassem algum tempo para serem abandonados. Mesmo assim, Pedro obedeceu ao que Jeová lhe havia instruído. Este também é um bom exemplo para nós. Às vezes, pode ser difícil aceitar ou aplicar novos ensinamentos ou instruções, mas o importante é obedecer e confiar na orientação de Jeová.

O que aconteceu com Cornélio, como vemos em Atos 10:44-48, teve consequências muito alegres. Eles aceitaram a verdade, receberam o Espírito Santo e foram até batizados.

9. Quais são os dois benefícios que obtemos ao desenvolver um forte desejo por alimento espiritual sólido?

Ao desenvolvermos um forte desejo por alimento espiritual sólido, obtemos pelo menos dois benefícios. Primeiro, aprendemos coisas sobre Jeová que nos motivam a amá-lo e respeitá-lo mais. Segundo, sentimos-nos mais inspirados a falar aos outros sobre quão maravilhoso é o nosso Pai celestial.

Além disso, aprendemos com o exemplo de Pedro que, quando a organização muda sua compreensão de uma verdade bíblica, devemos aceitar essa mudança prontamente. Só assim podemos permanecer espiritualmente nutridos e continuar sendo úteis a Jeová.

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A primeira lição é que aprendemos sobre Jeová, o que nos motiva a amá-lo e respeitá-lo. Além disso, somos impulsionados a falar aos outros sobre como Jeová é bom, mesmo que isso exija tempo e esforço da nossa parte.

Jeová e sua organização estão em constante evolução e, às vezes, mudam sua compreensão de certas verdades bíblicas. Portanto, se quisermos permanecer espiritualmente nutridos e que Jeová continue nos usando para sermos mais úteis a ele, também devemos aceitar essas mudanças sem demora.

O texto de Romanos 11:33 mostra a profunda admiração de Paulo pela sabedoria de Jeová, comparando-a a um abismo. Isso nos ajuda a entender que a sabedoria de Deus é tão imensa que jamais poderemos compreendê-la completamente.

Outro benefício é que, ao compreendermos essas verdades profundas, nos sentimos mais compelidos a falar aos outros sobre quem é Jeová. Como diz Apocalipse 4:11, Ele é digno de receber glória e honra.

Para usar o exemplo da comida, podemos gostar muito de um prato que nossa esposa ou mãe prepara, e um dia ela acrescenta algo diferente porque percebe que ficará ainda melhor. O mesmo acontece com as verdades espirituais. No início, essa mudança pode nos chocar, mas, à medida que a experimentamos, descobrimos que é melhor e gostamos cada vez mais. Cada novo ingrediente adicionado às nossas refeições é comparado a novos entendimentos bíblicos: eles nos iluminam mais a cada dia, não apenas reforçando o que já sabemos, mas também nos aproximando de Jeová e permitindo que desfrutemos ainda mais da sua verdade.

Por que devemos aceitar as mudanças sem demora? Porque isso reflete nossa atitude. Às vezes pensamos: “Baseei minha fé nessa ideia e agora eles a mudaram”. Ao aceitarmos as mudanças sem demora, mostramos que realmente confiamos que elas são a orientação de Jeová. Se acharmos difícil, isso indica que precisamos trabalhar em nossa atitude em relação ao novo entendimento.

Sejamos como Paulo: estejamos sempre bem revestidos espiritualmente.

10. O que significa estar bem revestido espiritualmente? (Colossenses 3:8-10).

Estar espiritualmente bem-vestido envolve despir-se da “velha personalidade” e vestir a “nova personalidade”, o que requer esforço constante. Isso significa empenhar-se em abandonar atitudes e comportamentos negativos e substituí-los por qualidades que agradam a Jeová.

Paulo era espiritualmente pobre porque, embora tivesse se esforçado para agradar a Deus desde jovem, lhe faltava uma compreensão precisa do propósito de Deus. Além disso, seu orgulho, aliado à sua ignorância, resultou em uma personalidade desagradável.

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Revestir-se espiritualmente envolve despir-se da nossa velha personalidade e assumir a nova, o que requer esforço constante. Se fizermos isso, esforçar-nos-emos por deixar para trás atitudes e comportamentos negativos e substituí-los por qualidades que agradam a Jeová.

Jeová também nos dá vestes espirituais, que devemos usar para nos fortalecer e agradá-lo.

Como vemos em Gálatas 1:14, Paulo era fariseu e havia sido instruído por um mestre religioso judeu. Contudo, ele não possuía um conhecimento preciso do propósito de Deus e era espiritualmente pobre. Em Filipenses 3:4-5, ao usar a expressão “carne”, Paulo se refere a coisas que poderiam lhe trazer algum benefício de uma perspectiva humana, como mencionado nesses versículos, mas já vemos que nada disso lhe proporcionava um conhecimento preciso do propósito de Deus.

Paulo reconheceu que tinha imenso zelo por Deus. Contudo, por lhe faltar conhecimento preciso e imitar as atitudes dos fariseus — que eram orgulhosos, insolentes e se consideravam os únicos detentores do conhecimento exclusivo de Deus — seu zelo era ineficaz. Quando se converteu ao cristianismo, percebeu que tudo aquilo era inútil. Portanto, precisava mudar, pois aquela veste espiritual estava completamente corrompida.

11. Qual defeito em sua antiga personalidade Pablo combateu?

A Bíblia indica que Paulo estava furioso com os seguidores de Jesus; ele os ameaçou e “quis matá-los”. Depois de se tornar cristão, ele se esforçou ao máximo para se livrar dos resquícios de seu “velho eu”. Mesmo assim, em certa ocasião, ele teve um desentendimento com Barnabé, e é mencionado que houve “uma forte explosão de raiva” entre eles.

Contudo, longe de ser um revés definitivo em sua luta para se livrar de sua “velha personalidade”, ele continuou a se esforçar incansavelmente para superar suas fraquezas e, assim, obter a aprovação de Deus.

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A Bíblia menciona que ele estava tão furioso com os seguidores de Jesus que constantemente desejava matá-los. De fato, quando se tornou cristão, teve que se esforçar muito para se livrar dessa parte de sua antiga personalidade. Contudo, ele nunca desistiu; continuou trabalhando para controlar essas imperfeições porque queria obter a aprovação de Jeová.

Essa foi uma questão com a qual ele continuou a lutar, pois, mesmo depois de se tornar cristão, teve um desentendimento com Barnabé. Como mencionado em Atos 15:37-39, uma discussão acalorada se iniciou. Isso nos mostra que, embora tenha recuado um pouco, ele continuou se esforçando para controlar seu temperamento.

Paulo sabia que era difícil, pois não é fácil controlar tantas imperfeições quanto ele próprio reconhecia ter. De fato, às vezes ele as demonstrava, pois era um homem consciente de suas próprias falhas e constantemente se esforçava para fazer o que era certo. Ele disse: “Eu sempre quero fazer o que é certo, mas o que é errado está na minha mente”. 1 Coríntios 9:27 menciona que ele “castigava o seu corpo e o sujeitava à escravidão”, o que indica que ele se esforçava continuamente para fazer o que agradava a Jeová.

12. Como Pablo conseguiu se livrar de sua antiga personalidade?

Paulo conseguiu se desvencilhar de sua antiga personalidade não confiando em sua própria força, mas, como Pedro, dependendo “da força que Deus dá”. Embora às vezes cometesse erros e se sentisse desanimado, ele recuperava suas forças lembrando-se de todas as coisas boas que seu Pai havia feito por ele. Dessa forma, ele reencontrou a coragem para continuar sua luta para se livrar de sua antiga personalidade.

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Ele conseguiu se desvencilhar de sua antiga personalidade porque não confiava em sua própria força. Ele sabia que era Jeová quem podia ajudá-lo. Isso se reflete em Filipenses 4:13, onde ele disse: “Tudo tenho força graças àquele que me fortalece”.

Como diz Romanos 7:21-25, embora ele se sentisse infeliz por não conseguir cumprir perfeitamente o que Jeová exigia dele, meditar no que Jeová havia feito por ele — como dar seu Filho — o fazia sentir-se em paz.

Paulo demonstrou humildade. Ele estava formando congregações e era admirado por cristãos que já reconheciam que o espírito de Jeová estava sobre ele. Mesmo assim, ele disse que se considerava “prisioneiro da lei do pecado”. Isso nos ajuda a entender que devemos valorizar muito a humildade e, além disso, lutar como Paulo, perseverando até o fim.

13. Como podemos imitar Paulo?

Podemos imitar Paulo fazendo um esforço contínuo para nos despojarmos da nossa velha personalidade e vestirmos as novas vestes espirituais que Jeová nos dá. Se dermos um passo atrás na nossa luta para controlar as características da nossa velha personalidade, não devemos pensar que estamos perdidos. Em vez disso, continuemos a fazer todos os esforços para alinhar os nossos pensamentos e ações com o que Jeová espera de nós.

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Ao dedicarmos todos os nossos esforços à transformação da nossa maneira de pensar e agir, sem nos desanimarmos ou desistirmos por termos cometido um erro ou dado um passo para trás na tentativa de mudar nossos hábitos ou caráter, devemos empenhar-nos continuamente em abandonar nossa antiga personalidade e vestir a nova roupa espiritual que Jeová, em seu infinito amor, nos dá.

Quando pensamos em Paulo, as primeiras coisas que nos vêm à mente são certamente coisas boas e o quanto Jeová o valorizava. Ver que isso era mais importante do que sua antiga personalidade, os erros que ele possa ter cometido e suas imperfeições nos dá paz de espírito. Como o parágrafo expressa, podemos dar um passo para trás ou cometer erros às vezes, mas se amarmos a Jeová e nos disciplinarmos continuamente, como Paulo fez para continuar a cultivar sua nova personalidade, Jeová verá isso e valorizará nosso esforço mais do que nossos erros.

A atitude correta é nos adaptarmos a essa nova personalidade, e não nos identificarmos com nossas fraquezas dizendo: “Eu sou assim mesmo”. Sabemos que Jeová conhece todas as personalidades e não desiste de ninguém. Então, podemos nos perguntar: “O que devo fazer para me revestir dessa veste espiritual?”

Efésios 4:24 diz que a nova personalidade foi criada segundo a vontade de Deus. E Romanos 12:2 diz que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita. Portanto, se fizermos esse esforço, valerá muito a pena, porque estaremos vestindo as melhores vestes que poderíamos ter.

Sejamos como Davi: busquemos sempre o abrigo de Jeová.

14, 15. Como Jeová protege o seu povo hoje? (Salmo 27:5; veja também a figura.)

Jeová protege seu povo hoje, garantindo que nada nem ninguém possa destruir a fé de seus servos. Mesmo que Satanás, os demônios ou os perseguidores sejam poderosos, eles não podem nos causar danos irreparáveis. Mesmo que percamos a vida, Jeová promete restaurá-la.

Não só nos protege de ameaças externas, como também nos ajuda a lidar com nossas preocupações e fardos, para que possamos continuar a servi-Lo com coragem.

Além disso, ela nos oferece proteção por meio da congregação, nos cercando de constante apoio espiritual: nos dá uma grande família de irmãos e irmãs que nos apoiam, pastores que cuidam de nós e reuniões onde recebemos encorajamento e orientação prática.

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Jeová garante que nada nem ninguém pode destruir a fé de seus servos. Como menciona o Salmo 34:7, é reconfortante saber que, se olharmos com os olhos da fé, há um exército de anjos acampado ao nosso redor, pronto para nos defender quando mais precisarmos.

Assim como no caso de Davi, podemos confiar que Jeová nos ajudará e nos protegerá no dia da calamidade, especialmente quando mais precisarmos dele. Ele menciona neste versículo que nos manterá seguros em um lugar secreto ou sobre uma rocha alta, inacessível aos ímpios e aos nossos inimigos. Portanto, a fé que Davi demonstrou é a mesma fé que nós também devemos demonstrar.

Isaías 32:1-2 nos mostra que nós, irmãos e irmãs da congregação, fazemos parte do abrigo que Jeová nos oferece; fazemos parte dessa proteção e também podemos ser um refúgio ou apoio para nossos irmãos e irmãs. Se aplicarmos isso em nossa congregação, por exemplo, antes de falar, devemos pensar cuidadosamente sobre o que vamos dizer, para não magoar nossos irmãos e irmãs, porque se os magoássemos, a congregação deixaria de ser o refúgio que Jeová preparou para nós.

Jeová pode nos ajudar a lidar com as ansiedades da vida para que possamos continuar servindo a ele. Como diz Mateus 6:27-29, não devemos ficar excessivamente ansiosos, pois isso não acrescentará nem um côvado à nossa vida.

Isaías 32:1-2 nos mostra que Jeová nos ajuda em seu refúgio, em sua tenda, e não na nossa. Às vezes, quando surgem problemas ou não nos sentimos bem, tendemos a nos isolar. Como vemos na imagem, essa não é a melhor coisa a fazer. O melhor é participar das reuniões e nos cercar de nossos irmãos e irmãs, porque esse é o refúgio de Jeová, não o nosso.

A legenda na parte inferior da imagem nos diz o que ela realmente significa. A foto mostra uma congregação, com irmãos e irmãs levantando as mãos para comentar, e reflete o que estamos explicando: uma irmã busca a proteção de Jeová participando das reuniões.

Se quisermos receber a ajuda de Jeová e mostrar que realmente temos uma necessidade espiritual, precisamos frequentar as reuniões, estar com nossos irmãos e irmãs, participar ativamente e ser parte integrante da congregação. É assim que somos protegidos nestes tempos difíceis e, ao mesmo tempo, mostramos que valorizamos nossa necessidade espiritual.

ILUSTRAÇÃO

Uma irmã levanta a mão durante o Estudo da Sentinela. Outros irmãos e irmãs também levantam as mãos.

Uma irmã busca a proteção de Jeová participando de uma reunião com seus irmãos. (Ver parágrafos 14 e 15.)

16. De que maneiras Jeová protegeu Davi?

Jeová protegeu Davi quando, seguindo sua orientação, ele fez boas escolhas que o protegeram das consequências enfrentadas por aqueles que não respeitam os padrões de Deus. Além disso, quando Davi sofreu por causa de outros, ele buscou refúgio na oração, e Jeová o protegeu, dando-lhe consolo e assegurando-lhe seu amor e cuidado.

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Quando Davi fazia algo errado, Jeová não o protegia das consequências de seus atos. Mas quando Davi sofria por causa de outros, Jeová o protegia, consolando-o e assegurando-lhe que o amava e cuidaria dele, especialmente quando Davi buscava refúgio na oração.

Outra forma pela qual Jeová protegeu Davi foi dando-lhe, como diz Provérbios 5:1-2, sabedoria e discernimento, para que ele pudesse usar bem sua capacidade de raciocínio e considerar as consequências de seus atos. Vimos que ele às vezes tomava decisões erradas, mas também algumas certas. Assim, Jeová também nos ajuda dando-nos essa capacidade de tomar boas decisões.

Em 2 Samuel 12, Jeová permitiu que Davi sofresse as consequências de seus atos. O versículo 10 diz: “A espada jamais se afastará da tua casa”. Contudo, no Salmo 23:1-4, vemos Jeová como um pastor que cuida de Davi e lhe assegura que nada lhe faltará. Mesmo no vale da mais profunda escuridão, Davi não temeria mal algum.

17. Como podemos imitar Davi?

Podemos imitar Davi buscando a orientação de Jeová quando precisamos tomar decisões, lembrando-nos de que, se fizermos escolhas erradas, Jeová não nos protegerá das consequências negativas. Além disso, quando sofremos por causa de outros, buscamos refúgio na oração e confiamos que Jeová nos protegerá.

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Sempre que tivermos Jeová em mente, ao enfrentarmos uma situação e precisarmos tomar uma decisão, devemos orar a ele e buscar refúgio na oração.

Podemos ter que sofrer por causa de diferentes circunstâncias ou de outras pessoas, mas é muito encorajador que Filipenses 4:6-7 nos diga para não nos preocuparmos com nada. É natural sentirmos preocupação ou estresse, mas, à medida que oramos a Jeová com fé, a paz de Deus opera em nós, dando-nos tranquilidade e paz de espírito.

Também podemos aprender com o exemplo de Davi que Jeová não nos protege das consequências de nossas más ações, porque, como diz Gálatas 6:7, “o que o homem semear, isso também colherá”. Portanto, se fizermos o possível para nos voltarmos para Jeová em vez de fazermos escolhas ruins, evitaremos muita dor.

Que não precisemos satisfazer nossas necessidades espirituais.

18. Que desafio enfrentamos e como podemos continuar a satisfazer as nossas necessidades espirituais? (Veja também as imagens.)

O desafio que enfrentamos é viver num mundo rodeado de pessoas que ignoram as suas necessidades espirituais ou que tentam satisfazê-las de maneiras que desagradam a Jeová. Para continuarmos a satisfazer as nossas necessidades espirituais, precisamos de nos alimentar regularmente da Palavra de Deus, revestirmo-nos da nova personalidade e procurar o refúgio espiritual que Jeová proporciona através da oração, da congregação e das reuniões.

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O desafio é permanecermos humildes o suficiente para reconhecer que sempre temos necessidades espirituais. Como mencionado no início de A Sentinela, somos mendigos espirituais e sempre o seremos. O que fazemos para satisfazer essas necessidades? O parágrafo conclui com uma explicação muito simples: alimentamo-nos da Palavra de Deus para que possamos nos revestir da nova personalidade e buscar o refúgio espiritual que Jeová nos oferece em todas as formas que vimos.

É um desafio muito realista reconhecer que estamos rodeados por pessoas que não buscam desenvolver essa característica de caráter ou o desejo de mudar, como diz a Bíblia. Algumas pessoas não sentem essa necessidade espiritual e a rejeitam completamente. Por isso, é importante dedicarmo-nos à leitura da Bíblia, esforçarmo-nos para mudar o nosso caráter, ajudar os outros e buscar o apoio dos presbíteros e irmãos e irmãs da congregação, visto que nem todos à nossa volta têm essa necessidade.

O fato de as pessoas tentarem preencher o vazio que sentem à sua maneira significa que somos constantemente bombardeados com fórmulas para preenchê-lo. Precisamos fazer um esforço consciente para preenchê-lo corretamente, com a palavra de Deus. Se não o fizermos, acabaremos preenchendo esse vazio com o sistema de coisas do mundo. Portanto, precisamos continuar nos esforçando e evitar essas influências. Este é um verdadeiro desafio: levar a sério o que Jeová pede.

O título do artigo é: “Continuemos a satisfazer as nossas necessidades espirituais”. O verbo “continuar” indica uma ação contínua. Não se trata simplesmente de comer um dia e não comer no dia seguinte; envolve nutrir-nos consistentemente todos os dias para permanecermos perto de Jeová.

A imagem mostra uma irmã que está sozinha. Quando se é casada, é mais fácil estudar e superar dificuldades, mas esta irmã está sozinha e tem uma grande necessidade espiritual; mesmo assim, ela se prepara muito bem. Além disso, ela está ciente da importância de ajudar os irmãos mais velhos ou doentes, e o faz.

Em outra imagem, vemos uma irmã buscando ajuda dos amados pastores. Essa irmã é um exemplo para a congregação. A verdade é que existem muitas irmãs que estão sozinhas e que também precisam estudar e pregar por conta própria. No entanto, é uma alegria vê-las na reunião, participando e desfrutando da companhia da congregação.

ILUSTRAÇÃO

Imagens: A irmã da imagem anterior continua a suprir suas necessidades espirituais. 1. Ela estuda um artigo em “A Sentinela”. 2. Ela vai à casa de um casal para levar-lhes comida. O marido está sentado em uma poltrona com a cabeça enfaixada e um soro no braço para receber medicação. 3. Dois élderes estão acompanhando a irmã.

Devemos continuar a satisfazer nossa necessidade de alimento, vestuário e abrigo espiritual. (Ver parágrafo 18.)

O que podemos fazer para aproveitar os seguintes dons de Jeová?

alimento espiritual

Devemos persistir em compreender e aplicar os ensinamentos que consideramos difíceis de assimilar ou que nos parecem profundos, confiando que Jeová nos ajudará.

Precisamos ir além dos ensinamentos básicos. Não basta nos atermos apenas ao “leite”; devemos nos esforçar para compreender o “alimento sólido”, ou seja, as verdades mais profundas que fortalecem nossa fé e maturidade espiritual.

Devemos obedecer prontamente às novas instruções. Assim como Pedro aceitou o novo entendimento que recebeu por meio de uma visão, nós também devemos aceitar prontamente os ajustes em nossa compreensão dos ensinamentos bíblicos.

Devemos aplicar o que aprendemos e compartilhar com os outros. Assim como Pedro não apenas compreendeu a nova direção, mas agiu imediatamente, nós também nos beneficiamos do alimento espiritual quando o colocamos em prática e compartilhamos com os outros o que aprendemos.

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Jeová nos criou com necessidades espirituais. Se quisermos ser verdadeiramente felizes, assim como precisamos de alimento e roupa, também precisamos lembrar que temos necessidades espirituais. Como diz Mateus 5:3: “Felizes aqueles que reconhecem suas necessidades espirituais, porque deles é o Reino dos céus”.

Podemos imitar Pedro, que sempre se esforçou para comer alimentos sólidos, mesmo que fossem mais difíceis do que o leite, que representava princípios básicos. Nós também podemos experimentar as “novas receitas” que Jeová nos dá; isto é, quando recebemos um novo entendimento, devemos aceitá-lo imediatamente e desfrutar do banquete espiritual que Jeová nos oferece.

Vestimenta espiritual

Para aproveitar o dom da vestimenta espiritual, devemos nos esforçar diariamente para viver de acordo com a nova personalidade e lutar contra a antiga, confiando na ajuda que Deus nos dá e perseverando mesmo quando cometemos erros.

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Precisamos abandonar nossa antiga personalidade e adotar uma nova. Para isso, precisamos adquirir conhecimento preciso, o qual se obtém por meio de esforço contínuo, dedicando-nos a transformar nossa maneira de pensar e agir para nos adaptarmos ao que Deus espera de nós.

O exemplo de Paulo nos ajuda a convencer que é possível descartar nossa antiga personalidade. É verdade que não foi fácil para ele, mas ele conseguiu, e o fez não confiando em sua própria força, mas reconhecendo sua dependência da força de Deus.

Refúgio espiritual

Para usufruir do dom do refúgio espiritual, devemos recorrer a Jeová em oração quando enfrentarmos dificuldades, confiando que ele nos dará consolo e proteção.

Devemos seguir a sua orientação e tomar decisões corretas, cientes de que, se desobedecermos, Jeová não nos livra automaticamente das consequências dos nossos atos.

Devemos confiar na congregação, aproveitando a companhia dos irmãos que nos apoiam, dos pastores que cuidam de nós e das reuniões onde aprendemos e recebemos encorajamento.

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Podemos confiar em Jeová e seguir seus conselhos. Por exemplo, Hebreus 10:24-25 nos diz: “Cuidemos uns dos outros para nos incentivarmos mutuamente ao amor e às boas obras, sem deixarmos de reunir-nos como igreja. Ao contrário, encorajemo-nos uns aos outros, especialmente quando vocês veem que o Dia se aproxima.”

Como vimos, não importa quanta comida ou roupa tenhamos, sem um teto sobre nossas cabeças, nossas vidas seriam muito difíceis. Da mesma forma, sem uma congregação ou o apoio dos anciãos, não poderíamos perseverar. Portanto, devemos permanecer dentro e próximos da congregação, participando ativamente e buscando o conselho dos anciãos.

Ao tomarmos decisões, devemos levar Jeová em consideração, e dessa forma Ele nos ajudará a evitar as consequências de uma má escolha.

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By ajudatj

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