TEXTO DIÁRIO, sexta-feira, 12 de junho de 2026. Esta é a obra de Deus: que eles demonstrem fé naquele que ele enviou (João 6:29).

Examinemos as Escrituras todos os dias de 2026.
Sexta-feira, 12 de junho de 2026
Esta é a obra de Deus: que eles demonstrem fé naquele que ele enviou (João 6:29).
Para ter “vida eterna”, é necessário demonstrar fé em Jesus (João 3:16-18, 36; 17:3). Muitos judeus não aceitaram o que Jesus lhes ensinou sobre essa nova “obra de Deus”. Então, perguntaram-lhe: “Que milagre farás para que o vejamos e creiamos em ti?” (João 6:30). Em seguida, mencionaram que seus antepassados, nos dias de Moisés, haviam recebido o maná, que podia ser comparado ao pão (Neemias 9:15; Salmo 78:24, 25). Claramente, eles ainda estavam focados em se satisfazer com o pão literal. Portanto, não pediram a Jesus uma explicação quando, logo em seguida, ele lhes falou sobre “o verdadeiro pão do céu”, que era como o maná vivificante vindo do céu (João 6:32). Estavam tão focados em suas necessidades físicas que negligenciaram as verdades espirituais que Jesus estava tentando lhes ensinar.
Que “obra de Deus” as pessoas tinham que realizar para obter a vida eterna?
Ao que parece, aqueles judeus acreditavam que precisavam realizar algum tipo de trabalho para receber aquele alimento. Talvez estivessem pensando nas “obras” da Lei Mosaica. No entanto, Jesus lhes disse: “Esta é a obra de Deus: que vocês demonstrem fé naquele que ele enviou” (João 6:28, 29). Para ter “vida eterna”, é necessário demonstrar fé no representante de Deus. De fato, Jesus já havia falado sobre isso anteriormente (João 3:16-18, 36). E mais tarde, ele falaria novamente sobre o que devemos fazer para ter a vida eterna (João 17:3).
Como Jesus deixou claro o que é mais importante?
Uma lição importante que encontramos em João capítulo 6 é esta: nosso foco principal deve ser nas necessidades espirituais. Jesus já havia enfatizado esse ponto quando rejeitou uma das tentações de Satanás (Mateus 4:3, 4). E no Sermão da Montanha, ele também destacou que devemos reconhecer nossas necessidades espirituais (Mateus 5:3). Portanto, perguntemo-nos: “Meu modo de vida demonstra que estou mais preocupado com minhas necessidades espirituais do que com meus desejos físicos?”
Por que podemos desfrutar da comida?
Claro, não há nada de errado em pedir a Deus as coisas de que precisamos e depois desfrutá-las (Lucas 11:3). A Bíblia diz que o trabalho árduo que nos permite comer e beber nos traz alegria e “vem da mão do verdadeiro Deus” (Eclesiastes 2:24; 8:15; Tiago 1:17). Mesmo assim, devemos manter as necessidades materiais em seu devido lugar.
Qual advertência devemos levar muito a sério? (1 Coríntios 10:6, 7, 11).
Foi isso que o apóstolo Paulo lembrou aos cristãos que viviam perto do fim do sistema de vida judaico. Ele escreveu a eles sobre eventos da história de Israel, como os que ocorreram perto do Monte Sinai. Ele os advertiu para não cobiçarem “coisas nocivas”, como os israelitas haviam feito (leia 1 Coríntios 10:6, 7, 11). Eles permitiram que seus desejos transformassem as provisões milagrosas de Jeová em “coisas nocivas” (Números 11:4-6, 31-34). Fizeram o mesmo quando se entregaram à comida, à bebida e à folia enquanto adoravam o bezerro de ouro (Êxodo 32:4-6). Paulo citou esse caso como uma advertência aos cristãos que viviam antes do fim do sistema de vida judaico, que ocorreria em 70 d.C. Hoje, nós também vivemos muito perto do fim de um sistema de vida, e por isso faríamos bem em levar a sério o conselho de Paulo.
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