TEXTO DIÁRIO, domingo, 20 de setembro de 2026. Sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes (Mateus 25:40).

TEXTO DIÁRIO, domingo, 20 de setembro de 2026. Sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes (Mateus 25:40).

Examinemos as Escrituras todos os dias.

Domingo, 20 de setembro de 2026

Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes (Mateus 25:40).

Na parábola das ovelhas e dos cabritos, Jesus ensinou que, quando chegar a hora de julgar cada pessoa, Ele considerará se ela apoiou seus irmãos ungidos (Mateus 25:31-46). Quando Jesus decidirá se cada pessoa é uma ovelha ou um cabrito? Durante a “grande tribulação”, pouco antes do Armagedom (Mateus 24:21). Assim como um pastor separa as ovelhas dos cabritos, Jesus separará aqueles que apoiam fielmente os ungidos daqueles que não o fazem.

Jeová designou Jesus como juiz, e a Bíblia nos assegura que Jesus julgará com justiça (Isaías 11:3, 4). Ele leva em consideração o que as pessoas pensam, dizem e fazem, inclusive como tratam seus irmãos ungidos (Mateus 12:36, 37). Ele saberá quem apoiou os ungidos e a obra que realizaram. Uma das maneiras mais importantes de apoiá-los é pregando.

Aqueles que os apoiarem serão considerados “justos” e terão a oportunidade de viver para sempre na terra (Mateus 25:46; Apocalipse 7:16, 17). Que recompensa maravilhosa pela fidelidade! Se permanecerem leais durante a grande tribulação e depois dela, seus nomes serão “escritos no livro da vida” (Apocalipse 20:15). w24.09 20, 21 pars. 3, 4

O que nos ensina a parábola das ovelhas e dos cabritos, e quem deve prestar atenção a ela?

Mostre que você é fiel e leal. A parábola das ovelhas e dos cabritos se aplica principalmente àqueles que têm a esperança de viver para sempre na terra. Eles demonstram sua fidelidade e lealdade não apenas apoiando os irmãos de Cristo na obra de pregação, mas também seguindo as instruções do pequeno grupo de ungidos que Jesus escolheu (Mateus 24:45). Agora, aqueles que têm a esperança de viver no céu também devem prestar atenção à advertência desta parábola. Por quê? Porque Jesus está observando atentamente o que eles fazem, pensam e dizem. Portanto, eles também devem demonstrar sua fidelidade. Isso nos leva às outras duas parábolas, que também podemos ler em Mateus, capítulo 25, e que contêm advertências específicas para os ungidos. Vamos continuar com a parábola das dez virgens.

Como demonstraram cinco das virgens a sua sabedoria? (Mateus 25:6-10).

Nesta parábola, Jesus falou de dez virgens que saíram ao encontro de um noivo (Mateus 25:1-4). Todas elas queriam entrar no banquete de casamento com ele. Jesus disse que cinco delas eram “prudentes” e as outras cinco, “insensatas”. As prudentes estavam preparadas e atentas; estavam dispostas a esperá-lo o tempo que fosse necessário, mesmo que ele chegasse tarde da noite. Por isso, levaram lamparinas de óleo para iluminar o caminho na escuridão. Além disso, levaram vasilhas com óleo extra, caso o noivo se atrasasse. Isso garantiu que suas lamparinas não se apagassem (leia Mateus 25:6-10). Quando o noivo chegou, as virgens prudentes entraram no banquete de casamento com ele. Algo semelhante acontecerá com os cristãos ungidos. Aqueles que se mostrarem fiéis e permanecerem vigilantes até a chegada do noivo, Jesus, poderão entrar em seu Reino celestial com ele (Apocalipse 7:1-3). E quanto às cinco virgens insensatas?

O que aconteceu com as cinco virgens insensatas e por quê?

Diferentemente das virgens prudentes, as cinco virgens insensatas não estavam preparadas quando o noivo chegou. Segundo a parábola, quando ouviram que o noivo estava para chegar, perceberam que suas lâmpadas estavam prestes a se apagar. E, como não tinham óleo extra para reabastecê-las, tiveram que ir comprar mais. Quando o noivo chegou, elas ainda não haviam retornado. Então, “as virgens que estavam preparadas entraram com ele para o banquete de casamento, e a porta foi fechada” (Mateus 25:10). Mais tarde, as virgens insensatas voltaram e quiseram entrar, mas o noivo lhes disse: “Não vos conheço” (Mateus 25:11, 12). Elas não se prepararam para esperar o noivo pelo tempo necessário. Que lição esta parábola ensina aos ungidos?

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