Estudo bíblico da congregação, de 3 a 9 de agosto de 2026: Sejamos corajosos em nossa caminhada com Deus. Capítulo 2.

Estudo Bíblico da Congregação (30 min.) wcg cap. 2
Análise do Capítulo 2: Noé: Ele condenou o mundo
O que eu diria?
De que maneiras Noé demonstrou coragem?
Ele confiou plenamente em Jeová e obedeceu à sua ordem de construir a arca, embora nunca tivesse visto um dilúvio ou uma embarcação daquele tamanho. Ele perseverou por décadas na construção da arca, apesar das dificuldades e da enorme quantidade de trabalho envolvida.
Ele enfrentou bravamente a oposição e o escárnio do povo. Não se intimidou com inimigos terríveis, como os anjos rebeldes e os Nefilins, que inspiravam medo por causa de sua violência.
Ele pregava como um “pregador da justiça”, alertando as pessoas sobre o julgamento de Deus, embora ninguém quisesse ouvi-lo e nem mesmo muitos de seus familiares aceitassem a mensagem.
Ele liderou sua família com fé e bom exemplo, ajudando sua esposa, filhos e noras a permanecerem fiéis a Jeová e a trabalharem juntos na obra que ele lhes havia confiado.
Ele permaneceu firme até o fim, entrando na arca e aguardando confiantemente o cumprimento da promessa de Jeová, apesar do escárnio daqueles que o rodeavam.
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Noé demonstrou grande coragem porque obedeceu a Jeová mesmo sem o apoio de ninguém. Ele construiu uma enorme arca sem nunca ter visto um dilúvio. Suportou o ridículo e a oposição do povo e, por muitos anos, continuou pregando a mensagem de advertência. Além disso, teve a coragem de ensinar sua família a obedecer a Jeová e a se manter distante das pessoas más ao seu redor.
Hebreus 11:7 mostra que Noé agiu por fé ao construir a arca, mesmo sem ter visto nenhuma evidência do Dilúvio. Isso nos ensina que a verdadeira coragem não depende do que vemos, mas de confiar nas promessas de Jeová e agir em harmonia com elas. Ele pode ter tido dúvidas ou preocupações em alguns momentos, mas escolheu obedecer mesmo quando outros não entendiam o que ele estava fazendo.
Além disso, 2 Pedro 2:5 chama Noé de “pregador da justiça”, indicando que ele não apenas trabalhou na construção da arca, mas também alertou outros sobre o que iria acontecer. Embora as pessoas não o tenham ouvido e provavelmente o tenham zombado, ele fielmente continuou a cumprir sua responsabilidade. Seu exemplo nos lembra da importância de continuarmos a fazer o que é certo, mesmo quando outros não apreciam nossos esforços.
Investigue um pouco mais
1. Como era o mundo antes do Dilúvio? (w02 1/3 5, 6).
Havia grande corrupção moral e espiritual. Alguns dos filhos espirituais de Deus se rebelaram no céu, materializaram-se como homens e tiveram relações imorais com mulheres. Os filhos que geraram, conhecidos como Nefilins, eram gigantes violentos e perversos.
A humanidade havia se corrompido completamente. Aos olhos de Jeová, sua criação havia sido arruinada pela maldade generalizada. As pessoas rejeitaram Jeová e não queriam mudar.
Antes do Dilúvio, o mundo era dominado pela violência, imoralidade, corrupção e rejeição a Deus, enquanto somente Noé e sua família permaneceram fiéis e obedientes a Jeová.
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Antes do Dilúvio, a humanidade havia feito grandes progressos em diversas áreas. As pessoas tiveram tempo de sobra para desenvolver conhecimento, criar ferramentas e aprimorar a agricultura, a pecuária e as artes. Além disso, todos falavam a mesma língua, o que facilitava a colaboração. Contudo, embora a civilização tenha progredido materialmente, a maioria das pessoas se afastou de Jeová e se tornou cada vez mais violenta e corrupta. A maldade chegou a tal ponto que Jeová decidiu acabar com aquele mundo por meio do Dilúvio.
Gênesis 4:22 mostra que os humanos daquela época desenvolveram habilidades como metalurgia e fabricação de ferramentas. Isso demonstra que eles possuíam a capacidade e a inteligência necessárias para criar obras impressionantes. No entanto, o progresso material por si só não os tornou pessoas melhores. A lição é que o conhecimento e os talentos devem ser usados de uma maneira que agrade a Jeová.
Gênesis 6:5, 11, 12 explica que o principal problema do mundo antes do Dilúvio não era a falta de progresso, mas a corrupção moral da humanidade. Seus pensamentos e ações eram dominados pela maldade e pela violência. Isso nos ensina que uma sociedade pode alcançar grandes feitos humanos, mas se se afastar dos princípios de Jeová, acabará sofrendo sérias consequências.
2. Quando Jeová pediu a Noé que construísse a arca? Quando Noé soube o dia exato em que o Dilúvio ocorreria? (w12 4/15 23 pars. 5-8)
Jeová instruiu Noé a construir a arca muito antes do Dilúvio, informando-o de que destruiria os ímpios por meio de um dilúvio e que desejava salvar os justos. A partir desse momento, Noé começou a construir a arca e trabalhou nela por décadas, provavelmente cerca de 50 anos, confiando plenamente nas promessas de Jeová.
Noé não sabia o dia exato desde o início. Somente quando a arca ficou pronta e os animais entraram nela, Jeová lhe disse que ele e sua família deveriam entrar na arca, porque em sete dias começaria a chover. Foi então que Noé soube exatamente quando o Dilúvio começaria.
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Jeová instruiu Noé a construir a arca quando seus filhos já fossem adultos e casados. Portanto, é provável que Noé tenha recebido essa instrução cerca de 40 ou 50 anos antes do Dilúvio. Contudo, Jeová não lhe revelou a data exata do Dilúvio desde o início. Noé soube o dia específico do Dilúvio apenas sete dias antes do início da chuva, quando Jeová lhe disse para entrar na arca com sua família e os animais.
Este relato destaca que Noé fez exatamente tudo o que Jeová lhe ordenou, mesmo sem saber todos os detalhes sobre quando o Dilúvio ocorreria. Sua obediência demonstra que ele confiava plenamente em Jeová. Isso nos ensina que, em muitas ocasiões, devemos agir com fé e obedecer à orientação de Jeová, mesmo quando ainda não entendemos como seus propósitos serão cumpridos.
Gênesis 7:1-4 mostra que Jeová revelou a data exata do Dilúvio a Noé somente quando o tempo determinado havia chegado. Isso demonstra que Jeová sempre controla o tempo e cumpre suas promessas no momento perfeito. Para nós, isso é uma garantia de que tudo o que Jeová prometeu se cumprirá exatamente quando ele determinou.
3. Por que temos certeza de que o Dilúvio foi real? (artigo 156 da ijwbq, parágrafos 2 a 5 e quadro).
A Bíblia apresenta isso como um fato histórico, fornecendo datas precisas, nomes reais e detalhes genealógicos específicos nos capítulos 7 e 8 de Gênesis.
Jesus e os apóstolos Pedro e Paulo falaram de Noé e do Dilúvio como eventos reais, não como uma lenda ou um símbolo. Se Noé não tivesse existido, Jesus não o teria mencionado como figura histórica nem o usado como exemplo.
Existem inúmeros mitos sobre o dilúvio em diferentes culturas ao redor do mundo, como a grega, a hindu, a babilônica e a mesoamericana. Embora variem em alguns detalhes, todos compartilham elementos fundamentais.
Por exemplo, uma antiga lenda indiana conta a história de um homem que construiu um barco para sobreviver a uma inundação, ofereceu um sacrifício em seguida e se tornou o ancestral de toda a humanidade — detalhes que apresentam uma semelhança impressionante com a história bíblica.
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Temos certeza de que o Dilúvio foi um evento real porque a Bíblia apresenta Noé como uma figura histórica, não como um personagem fictício. Vários escritores bíblicos, incluindo o próprio Jesus, mencionaram Noé e o Dilúvio como eventos reais. Além disso, o relato bíblico contém detalhes específicos, como datas, as dimensões da arca e eventos concretos, demonstrando que não se trata de uma lenda, mas de um fato histórico.
Hebreus 11:7 menciona Noé como um exemplo de fé porque ele agiu em obediência à advertência de Jeová sobre o Dilúvio. Isso mostra que os escritores bíblicos o consideravam uma pessoa real e não uma figura simbólica ou uma mera história. Seu exemplo nos ensina que a verdadeira fé se demonstra por meio de ações e obediência a Jeová.
Em Mateus 24:37-39, Jesus comparou seus dias aos de Noé e falou do Dilúvio como um evento histórico. Usando esse exemplo, ele enfatizou que as pessoas daquela época ignoraram o aviso até que o julgamento chegasse. Isso nos lembra da importância de levarmos a sério os avisos de Jeová e de permanecermos espiritualmente vigilantes.
4. O que aconteceu mais de 100 anos depois do Dilúvio? Que impacto isso deve ter tido na vida e nos sentimentos de Noé, que agora estava muito velho? (it “Noé” parágrafo 13).
Mais de cem anos após o Dilúvio, a rebelião de Ninrode surgiu com a construção da Torre de Babel. Embora toda a humanidade falasse uma só língua, as pessoas desobedeceram à ordem de Jeová de se espalharem e povoarem a Terra. Em vez disso, permaneceram unidas e, sob a liderança de Ninrode, começaram a construir uma cidade e uma torre para se tornarem famosas.
Para Noé, que já era muito idoso, deve ter sido muito doloroso e decepcionante ver que, depois de ter sobrevivido ao mundo perverso antes do Dilúvio e ter testemunhado a salvação de Jeová, muitos de seus descendentes estavam novamente adotando um espírito rebelde e rejeitando a soberania de Deus. Mesmo assim, Noé permaneceu fiel a Jeová até o fim de seus dias.
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Mais de 100 anos após o Dilúvio, surgiu uma nova rebelião contra Jeová, liderada por Ninrode. O povo tentou construir a Torre de Babel para ganhar notoriedade e evitar ser disperso pela Terra, desobedecendo assim à ordem de Jeová.
Para Noé, que tinha visto como Jeová salvara sua família e eliminara a maldade por meio do Dilúvio, deve ter sido muito triste ver a humanidade se afastando de Deus mais uma vez. Mesmo assim, Noé permaneceu fiel a Jeová até o fim de sua vida e pôde ver como Jeová pôs fim àquela rebelião.
Após o Dilúvio, Jeová deu a Noé e sua família a responsabilidade de povoar a Terra. Isso demonstra que seu propósito era que a humanidade desfrutasse de uma vida ordenada sob sua direção. Portanto, a rebelião de Ninrode não foi simplesmente uma decisão humana, mas uma tentativa de ir contra o que Jeová havia estabelecido.
O relato da Batalha de Babel mostra como algumas pessoas começaram a buscar glória para si mesmas em vez de honrar a Jeová. Deve ter sido doloroso para Noé ver que, depois de tudo o que havia acontecido, muitos estavam se rebelando novamente. No entanto, esse relato confirma que Jeová sempre intervém no momento certo para deter a maldade e cumprir o seu propósito.
Pense nas lições.
Em que aspectos nossa época se assemelha aos dias de Noé? (Mateus 24:36-39).
As pessoas estão absortas em suas atividades diárias. Antes do Dilúvio, estavam tão preocupadas com os afazeres da vida cotidiana — como comer, beber e casar — que, como Jesus explicou em Mateus 24:36-39, não deram atenção aos avisos de Noé até que o Dilúvio acontecesse. Da mesma forma, hoje a maioria das pessoas está focada em seus próprios assuntos, sem dar atenção às mensagens de alerta.
A maioria das pessoas não acredita que o fim deste sistema esteja próximo. Embora uma grande mudança esteja sendo anunciada, muitos continuam com suas vidas normalmente e não levam o aviso a sério, assim como nos dias de Noé.
A violência e a imoralidade estão disseminadas. Assim como a Terra era assolada pela violência e corrupção antes do Dilúvio, hoje também vemos um aumento na degradação moral e na violência em todo o mundo.
A sociedade está se afastando cada vez mais dos padrões de Deus. Em muitos lugares, a imoralidade e a violência não são apenas toleradas, mas até mesmo incentivadas.
Nossa época é como os dias de Noé, porque a maioria das pessoas está distraída com assuntos cotidianos, ignora os avisos de Deus e vive em um mundo caracterizado por violência, imoralidade e afastamento dos princípios divinos.
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Nossos dias são como os dias de Noé, porque muitas pessoas estão concentradas em suas atividades diárias e não levam em conta o que Jeová disse que acontecerá.
Assim como nos dias de Noé, muitos estão preocupados principalmente com seus objetivos, bens e vida pessoal, mas não dão atenção às questões espirituais. É por isso que precisamos permanecer vigilantes e continuar confiando nas advertências de Jeová.
Jesus comparou os nossos dias aos dias de Noé porque as pessoas estavam tão preocupadas com a vida diária que ignoraram o aviso do Dilúvio. Isso nos ensina que não devemos permitir que preocupações ou entretenimento nos distraiam do nosso relacionamento com Jeová. Precisamos permanecer alertas e dar prioridade às questões espirituais.
Nos dias de Noé, a Terra estava cheia de violência e corrupção. Embora nossa época seja muito diferente, também vemos problemas semelhantes, como a falta de respeito pelos padrões de Deus. Isso nos lembra da importância de nos mantermos afastados das más influências e de seguirmos os padrões de Jeová.
O que o exemplo de Noé nos ensina sobre a importância de ser…
… organizado?
O exemplo de Noé nos ensina que a organização é essencial para cumprir as responsabilidades que Jeová nos dá. Noé teve que planejar a construção de uma arca enorme, armazenar suprimentos e coordenar a entrada dos animais. Tudo isso exigiu ordem, bom planejamento e atenção aos detalhes.
Noé demonstrou equilíbrio ao não se concentrar apenas no trabalho físico. Enquanto construía a arca, ele também cuidou das necessidades espirituais de sua família e cumpriu seus deveres de pregador. Isso nos ensina que devemos organizar bem nosso tempo para atender às nossas responsabilidades espirituais e familiares sem negligenciar nenhuma delas.
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O exemplo de Noé nos ensina que a organização é necessária para cumprir as responsabilidades que Jeová nos dá. Noé teve que planejar a construção da arca, coordenar o trabalho com sua família e se preparar para o Dilúvio por muitos anos. Sua boa organização o capacitou a cumprir a vontade de Jeová, embora a tarefa parecesse muito difícil.
Jeová deu a Noé instruções específicas sobre como construir a arca, incluindo suas dimensões e outros detalhes. Isso mostra que Noé precisava ser organizado e seguir um plano cuidadosamente. Nós também demonstramos organização quando cumprimos com diligência nossas responsabilidades espirituais e pessoais.
Gênesis 6:22 diz que Noé fez exatamente tudo o que Jeová lhe ordenou. Para isso, ele teve que organizar seu tempo, seus recursos e seu trabalho por muitos anos. Seu exemplo nos ensina que uma boa organização nos ajuda a cumprir as expectativas de Jeová, sem adiar assuntos importantes.
… trabalhador?
Isso nos ensina que devemos perseverar em tarefas exigentes e de longo prazo. Noé e sua família trabalharam incansavelmente por cerca de 50 anos construindo a arca. Seu exemplo nos ensina a sermos diligentes e consistentes, esforçando-nos ao máximo na obra do Senhor, sem desistir por causa do esgotamento físico ou emocional.
Isso nos ensina a não dar desculpas quando confrontados com um trabalho difícil. Apesar de ser uma tarefa gigantesca, nunca antes realizada, Noah imediatamente começou a trabalhar, demonstrando fé e boa vontade. Isso nos ensina a manter um espírito disposto e trabalhador diante de qualquer objetivo espiritual que a organização nos estabeleça.
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Noé nos ensina que devemos ser trabalhadores e persistentes, mesmo quando as tarefas exigem muito esforço e tempo. Durante décadas, ele trabalhou ao lado de sua família construindo a arca e também cumprindo a tarefa de alertar as pessoas. Seu exemplo nos lembra que Jeová valoriza aqueles que se esforçam para fazer o que é certo, mesmo quando outros não reconhecem seus esforços.
Jeová confiou a Noé uma enorme responsabilidade: construir a arca e preparar alimento para sua família e os animais. Isso exigiu muito esforço, perseverança e dedicação. Seu exemplo nos ensina que Jeová valoriza aqueles que trabalham diligentemente para cumprir as responsabilidades que ele lhes confiou.
A Bíblia chama Noé de “pregador da justiça” em 2 Pedro 2:5, indicando que ele não apenas trabalhou fisicamente na construção da arca, mas também realizou trabalho espiritual ao advertir outras pessoas. Isso mostra que seu serviço a Jeová envolvia esforço constante. Da mesma forma, nós também devemos ser diligentes em nossas atividades espirituais.
… paciente?
Devemos esperar pelo tempo determinado por Deus. Noé esperou pacientemente por décadas enquanto construía a arca e pregava para pessoas que não o ouviam. Sua paciência nos ensina a confiar plenamente que Jeová cumprirá a sua vontade no tempo certo, sem desesperar, mesmo que o fim pareça demorar muito.
Isso nos ensina a suportar o ridículo com perseverança. Noé teve que resistir à oposição constante, à falta de resposta e ao escárnio alheio por quase meio século. Isso nos ensina a sermos pacientes com as pessoas em nosso território e a mantermos a calma diante da apatia e do ridículo.
Devemos lembrar que, hoje, algumas pessoas ouvem a mensagem de Jeová, mudam seu modo de vida e se alinham ao seu propósito para a humanidade. No entanto, nos dias de Noé, ninguém respondeu à mensagem; somente ele, sua esposa, seus filhos e suas noras permaneceram fiéis. Portanto, nós também devemos cultivar a paciência e a perseverança.
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Noé teve que esperar muitos anos até que a promessa de Jeová se cumprisse. Durante todo esse tempo, ele permaneceu obediente e inabalável na sua fé, mesmo que as pessoas ao seu redor não mudassem. O seu exemplo ensina-nos que devemos ser pacientes e esperar que as promessas de Jeová se cumpram sem nos desanimarmos.
Noé tinha 600 anos quando o Dilúvio aconteceu, o que demonstra que ele esperou muito tempo para ver a promessa de Jeová cumprida. Sua paciência nos lembra que Jeová nunca se atrasa e que sempre cumpre suas promessas no tempo certo.
Habacuque 2:3 nos ensina que, mesmo que uma promessa pareça demorar, devemos continuar esperando por ela, porque ela se cumprirá no tempo determinado. Noé manteve essa mesma atitude de paciência e confiança. Ele continuou a obedecer fielmente a Jeová, mesmo que muitos anos se passassem antes que ele visse o cumprimento de Sua promessa. Seu exemplo nos encoraja a não nos cansarmos de fazer o que é certo e a continuarmos esperando com fé pelo cumprimento de tudo o que Jeová prometeu.
De que maneiras você pode seguir o exemplo de coragem de Noé?
Podemos imitar a coragem de Noé, recusando-nos a seguir a corrente de imoralidade e violência que caracteriza a sociedade atual. Embora muitas pessoas aceitem esse comportamento como normal, devemos permanecer firmes, assegurando que nós e nossas famílias sempre caminhemos com o verdadeiro Deus.
Podemos imitar Noé, realizando fielmente a obra de pregação. Como “pregador da justiça”, ele falou com ousadia sobre o julgamento de Jeová. Da mesma forma, devemos falar com ousadia sobre o Reino de Deus e advertir as pessoas, não permitindo que o medo da rejeição ou do ridículo nos silencie.
Devemos permanecer leais mesmo diante da oposição. Podemos demonstrar coragem mantendo-nos firmes na verdade, mesmo quando confrontados com rejeição, ódio ou indivíduos violentos e intimidadores que se opõem à nossa mensagem.
Podemos imitar a fé de Noé confiando plenamente em Jeová e obedecendo a todas as suas instruções. Isso envolve nos esforçarmos para cumprir qualquer tarefa que recebermos na congregação, confiando nas promessas de Deus, mesmo que isso signifique sair da nossa zona de conforto.
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Podemos imitar a coragem de Noé obedecendo a Jeová, mesmo quando outros discordam de nós. Também podemos falar sobre nossas crenças com respeito e não deixar que o ridículo ou a oposição nos impeçam de fazer o que é certo. Além disso, podemos demonstrar coragem mantendo nossos padrões bíblicos na escola, no trabalho ou em qualquer outro ambiente.
Noé demonstrou coragem ao construir a arca com base na advertência de Jeová, mesmo sem ter visto o Dilúvio. Isso mostra que sua confiança em Jeová era mais forte do que o medo da opinião alheia. Nós também podemos ser corajosos quando colocamos nossa fé em prática.
A Bíblia diz que Noé “andava com o verdadeiro Deus”, indicando que ele tinha uma amizade próxima com Jeová. Esse relacionamento lhe deu forças para se destacar das pessoas de sua época. Isso nos ensina que quanto mais próximos estivermos de Jeová, mais coragem teremos para fazer o que é certo.
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O que esse relato me ensina sobre Jeová?
O relato nos ensina que Jeová se preocupa profundamente com a condição da humanidade e não permanece indiferente à crueldade ou à corrupção. Quando a humanidade se tornou completamente corrupta, ele agiu decisivamente para eliminar a maldade por meio do Dilúvio.
O relato nos ensina que Jeová ama as pessoas justas e sempre lhes proporciona um meio de salvação. O relato demonstra que Deus distingue aqueles que lhe obedecem. Ele não destruiu os justos juntamente com os ímpios, mas providenciou a arca como meio de salvação para Noé e sua família.
Isso nos ensina que Jeová é um Deus que cumpre suas promessas e toma iniciativas amorosas em favor da humanidade. Ele não apenas salvou a família de Noé, mas também prometeu que nunca mais traria um dilúvio universal e deu o arco-íris como um sinal permanente dessa aliança.
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Este relato nos ensina que Jeová é um Deus justo, paciente e amoroso. Ele não ignora a maldade, mas sempre protege e recompensa aqueles que lhe são fiéis. Também nos ensina que Jeová cumpre suas promessas e que podemos confiar plenamente em sua orientação, mesmo que não compreendamos todos os detalhes de seus propósitos.
Como esse relato se relaciona com o propósito de Jeová e com o tema principal da Bíblia?
Este relato destaca a santificação do nome de Jeová, a vindicação de sua soberania e o fim da rebelião contra sua autoridade. O tema central da Bíblia é a vindicação da soberania de Jeová por meio de seu Reino. Ao eliminar os nefilins e os anjos rebeldes que abandonaram seu lugar no céu, Jeová demonstrou que sua autoridade é suprema e que ele não permitirá que ninguém arruine seu propósito ou sua criação.
Este relato mostra que Jeová mantém vivo o seu propósito original para a Terra. Desde o princípio, o seu propósito tem sido que a Terra seja habitada por seres humanos justos e obedientes. Ao preservar Noé e sua família, Jeová assegurou a continuidade da humanidade e da adoração pura, para que a Terra pudesse ser repovoada de acordo com os seus padrões.
O Dilúvio estabelece um precedente para o julgamento final e a restauração. Assim como Jeová purificou a Terra da iniquidade nos dias de Noé, ele o fará novamente no futuro para preparar o caminho para o novo mundo justo e pacífico que prometeu sob o governo do seu Reino.
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Este relato mostra que Jeová jamais permitirá que a maldade impeça o cumprimento de seu propósito de encher a Terra com pessoas que o amam e lhe obedecem. Embora a humanidade tenha se desviado de seu caminho, Jeová preservou Noé e sua família para que seu propósito pudesse continuar. Também destaca o tema central da Bíblia: a vindicação do nome de Jeová e a demonstração de que seu modo de governar é o melhor.
O que eu gostaria de perguntar a Noé quando ele ressuscitar?
Gostaria de lhe perguntar sobre a construção da arca e a vida a bordo. Por exemplo, como vocês conciliaram o trabalho diário dos seus três filhos durante os aproximadamente 50 anos que levou para construí-la? Gostaria também de saber como foi cuidar de tantos animais na arca por mais de um ano.
Gostaria de saber como ele enfrentou a pregação em meio a oponentes tão formidáveis. Também gostaria de saber quais pensamentos e orações o ajudaram a manter a coragem para continuar sendo um “pregador da justiça”, apesar de enfrentar inimigos tão intimidantes quanto os Nefilins e a influência dos anjos rebeldes.
Há um momento que me impressiona particularmente. Gostaria muito de perguntar a ele o que ele e toda a sua família sentiram quando Jeová fechou a porta da arca e começou a chover durante quarenta dias. Deve ter sido uma experiência inesquecível ver sua fé em Deus plenamente confirmada.
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Gostaria de lhe perguntar como se sentiu por permanecer fiel a Jeová enquanto a maioria das pessoas rejeitava a sua mensagem. Como foi trabalhar durante tantos anos na construção da arca e que pensamentos teve quando finalmente viu a promessa de Jeová cumprida? Gostaria também de saber que detalhes dessa experiência o ajudaram a fortalecer ainda mais a sua confiança em Jeová.
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