ENCONTRE JÓIAS ESPIRITUAIS: 29 de dezembro de 2025 – 4 de janeiro de 2026, ISAÍAS 14-16, Respostas.
Vamos procurar tesouros escondidos (10 min.)

Isaías 14:1, 2. Como o povo de Jeová transformou “aqueles que os mantinham cativos” em “prisioneiros”? (w06 12/1 10 par. 10).
Essa profecia se cumpriu em servos de Deus como Daniel, que ocupou um alto cargo na Babilônia durante o domínio medo-persa; Ester, que se tornou rainha da Pérsia; e Mordecai, que foi nomeado primeiro-ministro do Império Persa. Assim, aqueles que antes eram prisioneiros ascenderam a posições de autoridade nos mesmos países para onde foram levados como escravos e passaram a comandar os habitantes dessas nações.
COMENTÁRIOS ADICIONAIS
O povo de Jeová “fez prisioneiros aqueles que os mantinham cativos” quando Jeová elevou servos fiéis como Daniel, Ester e Mordecai a posições de autoridade e poder nos mesmos impérios que os haviam escravizado. Esses servos ocupavam altos cargos sob o domínio medo-persa. Dessa forma, aqueles que haviam sido levados cativos passaram a dar ordens e exercer autoridade sobre as nações que antes os dominavam.
Jeová transformou seu povo, libertando-o do cativeiro e concedendo-lhe autoridade sobre aqueles que antes o dominavam. Ao elevar servos fiéis como Daniel, Ester e Mordecai a altas posições nos mesmos impérios que os haviam escravizado, sob o domínio medo-persa, os judeus passaram a comandar essas nações.
O exemplo de Daniel e Ester nos ensina que, se tivermos alguma posição de influência, por menor que seja, podemos usá-la para ajudar, proteger e promover a verdadeira adoração, em vez de nos concentrarmos apenas no ganho pessoal.
Este relato me ensina que Jeová nunca abandona seus servos fiéis. Mesmo quando parece que estamos em desvantagem ou que outros estão no controle, Jeová pode usar qualquer circunstância para nos abençoar. É por isso que vale a pena permanecer leal e confiar nele, mesmo quando a situação parece injusta.
Aprendemos que Jeová pode usar seus servos como boas testemunhas. Daniel, Ester e Mordecai não buscaram poder, mas Jeová os colocou nessas posições para cumprir seu propósito. Isso me encoraja a ser fiel nas pequenas coisas, porque Jeová pode usar nossa boa conduta para influenciar positivamente outras pessoas.
Jeová fez com que seu povo passasse da submissão ao exercício de autoridade sobre seus opressores, a fim de cumprir a profecia de Isaías 14:1, 2. Isso foi visto quando judeus fiéis foram colocados em posições elevadas dentro dos impérios que os haviam dominado.
Exemplos disso são Daniel, que foi elevado a uma posição importante sob o domínio medo-persa na Babilônia; Ester, que se tornou rainha da Pérsia; e Mordecai, que foi nomeado primeiro-ministro do Império Persa. Dessa forma, essas nomeações inverteram posições para vindicar o nome de Jeová e proteger os israelitas.
Que ensinamentos espirituais você encontrou na leitura bíblica desta semana?
Isaías 14:1. Isso nos mostra que a misericórdia de Jeová é incondicional. O povo teve que demonstrar verdadeiro arrependimento por sua maldade, que havia resultado no severo castigo divino. Se confessassem seus pecados abertamente e sinceramente, Jeová os perdoaria. Da mesma forma, se confiarmos em Jeová, confessaremos nossos erros e ele nos perdoará.
Isaías 14:3. A angústia de viver no exílio desaparecerá quando o povo for libertado das correntes literais da escravidão. Israel não sofrerá mais a dor e a angústia de viver entre aqueles que adoram falsos deuses. O mesmo acontece conosco: quando conhecemos a verdade e escapamos da prisão deste mundo, começamos a adorar o verdadeiro Deus, Jeová, e isso nos traz muita alegria.
Isaías 14:13. O orgulho da Babilônia era semelhante à atitude de Satanás, o deus deste sistema de coisas. Mas assim como a dinastia babilônica teve um fim humilhante, a arrogância de Satanás também terá um fim desastroso.
Isaías 14:21. A Babilônia cairá para sempre, e sua dinastia governante será desarraigada; jamais ressurgirá. As futuras gerações na Babilônia sofrerão por causa do erro de seus ancestrais. Portanto, quão importante é que não tenhamos nenhuma ligação com ela, pois será destruída para sempre.
Isaías 14:22. Conforme as profecias, a Babilônia acabou se tornando um mero amontoado de pedras. Segundo o erudito hebreu Gerônimo, em sua época, a Babilônia não passava de uma terra desolada, onde vagavam todos os tipos de animais selvagens. Ela permanece desolada até hoje. Quão importante é esperar que Jeová cumpra sua promessa, segundo a qual os ímpios não mais existirão na Terra.
Isaías 14:27. Isaías diz que a mão do Senhor está estendida contra todas as nações. Assim, embora essas profecias tenham se cumprido inicialmente na antiguidade, elas também se cumprem, em termos gerais, nos últimos tempos, quando o Senhor estende a sua mão contra todos os reinos da terra. Com bastante antecedência e com absoluta certeza, o Deus Todo-Poderoso, o Senhor, revela o seu plano; ninguém pode impedir a sua mão estendida.
Isaías 16:5. Muitas pessoas humildes deixaram a Moabe dos tempos modernos e se submeteram a Jesus para a vida toda. Elas encontram grande conforto em saber que Jesus revelará justiça às nações. Esperemos que estejamos entre as nações às quais Jesus revelará justiça.
Isaías 16:7. Os moabitas lamentarão a perda dos bolos de passas de Kir-hareseth, possivelmente um dos principais produtos da cidade. Os pastos secarão e as águas de Dimon ficarão vermelhas com o sangue dos moabitas mortos. Quão importante é não nos misturarmos com os moabitas simbólicos de nossa época, para que não soframos o mesmo destino.
Isaías 16:11. Isaías, certo da execução dos juízos, expressa um sentimento profundo. Como as vibrantes cordas de uma harpa, seu coração se comove de tristeza diante da terrível mensagem dirigida a Moabe. O tempo de Jeová executar o mal sempre chega; basta um pouco de paciência para percebê-lo.
Isaías 14:1. Jeová sempre tem um plano de restauração, mesmo quando passamos por momentos difíceis ou desoladores. Jeová não nos abandonou. Sua natureza é restaurar, curar e reconstruir. A Bíblia diz que ele fará novas todas as coisas. Isso nos motiva e nos encoraja muito a confiar nele.
Isaías 14:3. Isso nos ensina que Jeová pode nos dar descanso da nossa escravidão ao pecado. Períodos de opressão, sejam eles causados por circunstâncias, maus hábitos ou ataques espirituais, não são para sempre. Podemos viver com a esperança de que tempos de descanso virão.
Isaías 14:11, 12. Isso nos ensina que o orgulho nos isola e nos separa de Deus. A verdadeira grandeza se encontra na humildade e no reconhecimento de que tudo o que somos vem de Jeová. É bom refletirmos sobre as áreas que estamos negligenciando por causa do orgulho.
Isaías 14:5. Isso nos ensina que as estruturas e organizações do mal, da injustiça ou do abuso, que parecem tão poderosas, têm seus limites. Deus intervém no tempo certo para quebrar toda opressão. Nossa luta não é contra pessoas, mas contra espíritos malignos, e nosso Senhor Jesus já os derrotou.
Isaías 14:27. Isso nos ensina que, quando Jeová declara uma promessa de bênção, redenção ou justiça, nenhum poder humano ou espiritual pode impedi-la. Sua palavra é um fato. O que é impossível para os homens é possível para Deus.
Isaías 16:5. O governo perfeito que virá com Jesus, o Rei do Reino de Deus, é baseado no amor leal. Enquanto esperamos, a Bíblia nos exorta a viver e refletir essa mesma justiça, aliada ao amor leal, em nossos relacionamentos interpessoais.
Isaías 16:12. Isso nos ensina que o esforço religioso sem um coração humilde e dependente de Deus é inútil. Israel confiava em seus rituais, mas não em Jeová. Isso nos lembra que nossa fé não é uma lista de tarefas, mas um relacionamento de confiança e entrega sincera. Deus quer que o adoremos em espírito e em verdade.
Isaías 16:4. Assim como Jeová é um refúgio para nós, podemos imitá-lo sendo um porto seguro, um lugar de conforto e apoio prático para aqueles que são perseguidos pela dor, crise ou injustiça. É importante começar em nossas próprias famílias.
Isaías 16:4. Isso é um profundo consolo. A injustiça que vemos não é eterna. Jeová Deus dará um fim definitivo a toda opressão e maldade. Isso nos liberta da vingança e nos enche de esperança, encorajando-nos a pregar o Reino, sabendo que o resultado final está garantido.
Isaías 15:2. Nesse contexto, fala-se de raspar a cabeça. Eles rasparão a cabeça como símbolo de vergonha e lamento. Suas barbas serão “cortadas” como sinal de extrema tristeza e humilhação.
Isaías 14:3, 4. Jeová prometeu que chegaria o dia em que seu povo descansaria da dor, do cansaço e da opressão. Ele não ignora o sofrimento de seus servos, nem o considera insignificante. Isso me ajuda a lembrar que Jeová vê nossas lutas diárias. Mesmo que estejamos passando por provações agora, ele sabe exatamente o quanto podemos suportar e nos dará alívio no momento certo.
Isaías 14:12-15. O rei da Babilônia passou a acreditar que podia ser superior a todos e até se comparar a Deus. Mas Jeová deixou claro que ninguém pode desafiá-lo ou tomar o seu lugar. Isso nos ensina que o orgulho pode crescer sem que percebamos. É por isso que precisamos manter uma atitude humilde e agradecer a Jeová por cada privilégio ou habilidade que temos.
Isaías 14:24, 27. Jeová diz que, quando decide fazer algo, ninguém pode impedi-lo. Seus planos nunca mudam nem falham. Este texto fortalece a minha confiança. Mesmo que o mundo esteja cheio de injustiças, sei que Jeová está no controle e que tudo acontecerá exatamente como ele prometeu.
Isaías 14:32. Este versículo mostra que Jeová cuida e protege o seu povo, mesmo quando as nações vizinhas falham. Isso nos encoraja a buscar refúgio em Jeová, especialmente em tempos difíceis. Orar, ler a Bíblia e participar das reuniões nos ajudam a nos sentirmos protegidos e em paz.
Isaías 15:5. Embora Moabe fosse uma nação inimiga, Jeová expressou tristeza pelo sofrimento que viria sobre eles. Isso mostra que ele não se alegra em ver ninguém sofrer. Essa passagem nos ensina que Jeová é muito compassivo. Ela nos encoraja a sermos mais compreensivos com os outros e a não julgarmos quando alguém comete erros ou está passando por uma provação.
Isaías 16:3, 4. Isso ressalta a importância de ajudar e proteger aqueles que estão em apuros, em vez de rejeitá-los. Isso nos motiva a sermos mais gentis. Às vezes, uma palavra de encorajamento, uma visita ou uma mensagem podem fazer uma enorme diferença na vida de alguém.
Isaías 16:5. Este versículo fala de um governo baseado no amor, na justiça e na fidelidade. Ele nos lembra que o Reino de Jeová é a única solução duradoura. Isso fortalece nossa fé no Reino de Deus e nos encoraja a continuar apoiando-o com nossa conduta diária e a não depositar nossa esperança em governos humanos.
Isaías 14:1, 2. Aqui nos é dito que Jeová mostraria compaixão a Jacó e escolheria Israel novamente, permitindo que se estabelecessem em sua terra e que pessoas de outras nações se juntassem a eles. Essa promessa nos ensina que a misericórdia de Jeová é incondicional quando há um coração disposto a se humilhar diante dele. Com isso, aprendemos que, se confessarmos sinceramente nossos pecados e confiarmos plenamente em Jeová, ele nos perdoará e nos permitirá continuar desfrutando da unidade que existe entre o seu povo.
Isaías 14:3-8. Esta porção da profecia nos lembra que a verdadeira paz só é alcançada quando somos libertos das correntes deste sistema de coisas. Assim como Israel foi libertado da Babilônia, nós, quando chegamos a conhecer a verdade, deixamos a prisão espiritual deste mundo e começamos a adorar a Jeová. Então, passamos a conhecer uma paz que ninguém pode nos tirar.
Isaías 14:12-15. Aqui, o profeta descreve a queda do “brilhante”, que em seu coração desejava elevar seu trono acima das estrelas de Deus e tornar-se semelhante ao Altíssimo. Essa atitude de orgulho excessivo que caracterizou a dinastia babilônica é um reflexo exato da atitude de Satanás, o deus desse sistema. A lição para nós é que a arrogância e o desejo de proeminência só levam a um fim humilhante e desastroso, assim como em breve acontecerá a ele e a todos os que imitam seu orgulho.
Isaías 14:21-23. Aqui, o texto aponta para a ordem de preparar um lugar para exterminar os descendentes dos ímpios por causa da culpa de seus antepassados, garantindo que o nome da Babilônia seria apagado para sempre. Isso nos ensina a importância de não termos qualquer ligação com a “Babilônia” simbólica de nossos dias, visto que sua destruição será total e definitiva. Portanto, não queremos que a maldade deste sistema nos alcance quando Jeová executar o seu julgamento.
Isaías 14:24-27. Aqui temos a certeza de que o que Jeová decidiu se cumprirá sem falta e que a sua mão está estendida sobre todas as nações para remover o jugo do seu povo. Embora essas palavras tenham tido um cumprimento inicial nos tempos antigos, elas têm uma aplicação ainda maior no tempo do fim. Portanto, aprendemos que a palavra e o propósito de Jeová são imutáveis, dando-nos absoluta confiança de que todas as suas promessas para o futuro se cumprirão.
Isaías 15:1. Aqui, o profeta descreve como Ar e Quir de Moabe foram silenciadas e destruídas em uma única noite. Essa declaração nos ensina que o julgamento de Jeová pode vir de repente e inesperadamente para aqueles que não estão preparados. A lição para nós é clara: não devemos considerar nossa segurança neste mundo como garantida, pois estruturas que parecem sólidas podem desaparecer num instante quando Jeová decide agir. Aprendemos também que permanecer espiritualmente vigilante é fundamental para nossa proteção.
Isaías 15:2-4. Aqui vemos um povo mergulhado no desespero, subindo aos seus altos locais de falsa adoração para chorar, com as cabeças raspadas e vestidos de pano de saco em sinal de luto. Essas expressões de extrema angústia mostram-nos que, quando a calamidade chega, a religião falsa e os deuses deste mundo não oferecem consolo nem verdadeira salvação. Portanto, aprendemos que somente a adoração pura a Jeová nos proporciona um alicerce sólido. Enquanto o mundo treme diante das crises, nós, servos de Jeová, temos uma firme esperança que nos sustenta.
Isaías 15:5, 6. Aqui, o texto menciona que até o coração do profeta clama por Moabe ao ver os fugitivos em fuga e perceber como a vegetação e as águas de Ninrim secam completamente. Essa descrição de uma terra onde nada mais resta de verde nos ensina que, quando a bênção de Jeová é retirada por causa da desobediência, até mesmo os recursos naturais mais básicos podem falhar. Portanto, devemos valorizar o alimento espiritual e as águas da verdade que recebemos hoje, reconhecendo que, sem a orientação de Jeová, a humanidade se encontra em um deserto espiritual árido e sem vida.
Isaías 15:7, 8. Aqui vemos os moabitas tentando salvar suas riquezas e provisões enquanto seus gritos ecoam por toda a terra. O fato de terem que fugir com o pouco que lhes restava nos lembra que os bens materiais são temporários e inúteis diante da ira de Jeová. Com isso, aprendemos que devemos nos esforçar para acumular tesouros no céu, em vez de confiar nas riquezas deste mundo, que, como mostra a profecia, podem se tornar um fardo.
Isaías 15:9. Aqui, Jeová adverte que as águas de Dimon ficarão vermelhas de sangue e que ele tem um leão à espera daqueles que conseguirem escapar. Esta forte declaração sublinha que ninguém pode escapar da justiça divina. A lição fundamental é que a única verdadeira fuga é buscar refúgio em Jeová agora, antes que os seus julgamentos sejam executados. Isto deve motivar-nos a continuar a pregar com urgência, ajudando as pessoas a aproximarem-se de Jeová para que não tenham de enfrentar as consequências de se separarem dele.
Isaías 16:5. Aqui vemos a bela promessa de um trono firmemente estabelecido no amor leal, onde um governante fiel da linhagem de Davi julgará imparcialmente. Esta é uma lição de esperança sobre o Reino de Deus governado por Jesus Cristo. Com isso, aprendemos que, diferentemente dos governos humanos, o Rei que Jeová designou não demorará a fazer justiça. Isso nos motiva a permanecer fiéis, sabendo que o seu governo é o único que trará uma solução definitiva para os problemas da humanidade.
Isaías 16:6-10. Aqui, a extrema arrogância de Moabe é descrita em detalhes, e como suas palavras vazias falham em salvar seus campos e vinhedos, fazendo com que a alegria e a felicidade desapareçam de seus pomares. Esta é uma poderosa lição sobre as consequências do orgulho. Moabe era muito autoconfiante, mas sua fúria e arrogância foram sua ruína. Com isso, entendemos que confiar em nossas próprias habilidades ou nas promessas vazias deste sistema só leva à decepção, porque a verdadeira felicidade vem de servir a Jeová com humildade e gratidão.
Isaías 16:11, 12. Aqui, o profeta menciona que seu coração vibra como as cordas de uma harpa, tomado pela tristeza por Moabe, e ressalta que, mesmo que essa nação vá ao seu santuário para orar, nada obterá. Aprendemos que os juízos de Jeová, embora necessários e justos, não devem ser encarados levianamente. Até mesmo o profeta sentiu tristeza pela tragédia que se abateria sobre aqueles que rejeitassem a Deus. Portanto, esta é uma advertência contra a falsa religião e todos os seus artifícios.
Isaías 16:13, 14. Aqui, Jeová estabelece um prazo específico de três anos para que a glória de Moabe seja desonrada e seus sobreviventes reduzidos à insignificância. Essa precisão cronológica nos ensina que a palavra de Jeová é exata e sempre se cumpre no tempo determinado. Portanto, para as Testemunhas de Jeová hoje, isso fortalece nossa fé de que o fim desse sistema ocorrerá precisamente no tempo que Jeová determinou, mesmo que pareça estar demorando muito.
Isaías 14:1. Este versículo nos mostra a misericórdia e o amor incondicional de Deus por seu povo. Apesar das falhas e erros de Israel, Deus escolhe ter misericórdia deles e escolhê-los novamente. Isso nos lembra que Jeová é um Deus de amor e misericórdia, que está sempre disposto a perdoar e dar ao seu povo uma nova oportunidade.
Isaías 14:3. Este texto nos lembra que, embora estejamos sofrendo agora, Jeová em breve trará o seu Reino e, com ele, a verdadeira paz. É uma mensagem de esperança para todos os que confiam nele, demonstrando a sua justiça e o seu amor.
Isaías 14:5. Este versículo nos ensina que Jeová porá fim ao poder de governantes opressores e ímpios, demonstrando sua autoridade e justiça. É um lembrete de que, embora possam parecer estar no controle agora, Deus, em última análise, os removerá do poder e fará justiça.
Isaías 14:6. Isso nos mostra que Jeová julgará aqueles que oprimiram e maltrataram outros com crueldade e sem misericórdia, demonstrando que o seu poder é superior. Descreve como os poderosos exerceram seu domínio impiedosamente, mas Deus porá fim a essa opressão.
Isaías 14:7. Este texto nos mostra que, quando Jeová trouxer o seu novo mundo, haverá felicidade e paz para todos. Será um tempo de descanso e alegria, em que a opressão e o sofrimento serão coisas do passado.
Isaías 14:8. Este versículo nos ensina que, quando Jeová remover governantes ímpios, não haverá mais exploração ou destruição da natureza, e a própria criação se beneficiará da paz e da justiça. É uma lembrança de que a sua intervenção trará não apenas alívio às pessoas, mas também restauração ao meio ambiente.
Isaías 14:13-15. Este versículo nos ensina sobre os perigos da arrogância e do orgulho excessivo, e mostra como eles podem levar à ruína e ao fracasso. Ele nos lembra da importância da humildade e da submissão à vontade de Jeová Deus.
Isaías 14:17. Este versículo nos lembra que Jeová tem o poder de derrubar governantes opressores e trazer justiça à Terra, cumprindo seu propósito de estabelecer um Reino de paz. Isso me motiva a continuar pregando a mensagem do Reino e a confiar que Jeová em breve trará mudanças positivas para a humanidade.
Isaías 14:21. Este versículo nos mostra como Deus tomará medidas drásticas contra aqueles que prejudicam e destroem os outros. Ele trará ordem à situação, acabará com a violência, a opressão e a injustiça, e estabelecerá um ambiente seguro e pacífico para o seu povo.
Isaías 14:22. Este versículo nos ensina que Deus não permanece em silêncio diante da opressão e do orgulho. Ele agirá contra aqueles que se consideram intocáveis e lhes mostrará que não estão acima da lei. Também nos lembra que a justiça de Deus é certa e que Ele sempre cumpre Suas promessas.
Isaías 14:24. Este versículo nos ensina que Deus tem controle total e absoluto sobre tudo o que acontece. Seus planos são infalíveis e nada pode frustrar Seus propósitos. Ele nos convida a abrir mão do controle e confiar que Ele sabe o que está fazendo. Também nos lembra que não estamos sozinhos nesta jornada; Deus está conosco, nos guiando e protegendo.
Isaías 14:25. Este texto nos lembra que Jeová é um Deus próximo e compassivo. Ele se importa com nossas lutas diárias e quer nos libertar da opressão e dos fardos que nos oprimem. É um lembrete de que não estamos sozinhos: ele está conosco, nos dando encorajamento e força.
Isaías 14:25. Este texto nos convida a entregar nossas preocupações em Suas mãos, porque Ele sabe que não podemos carregar tudo sozinhos. Também nos ensina a confiar em Seu poder e em Seu amor, sabendo que Ele pode fazer muito mais do que podemos imaginar.
Isaías 14:3. Este versículo descreve o tempo em que Jeová libertaria o seu povo do sofrimento causado pela Babilônia. Após anos de angústia e opressão, Jeová lhes daria descanso completo. Seria uma verdadeira libertação, tanto física quanto emocional, demonstrando que, embora o sofrimento dure por um tempo, Jeová jamais abandona ou se esquece do seu povo.
Isaías 14:3. Este texto nos faz refletir sobre a bondade de Jeová. Às vezes, carregamos fardos por anos e parece que eles nunca terão fim, mas Isaías nos lembra que Jeová vê nossa dor e age no momento certo.
Isaías 14:13, 14. Este texto descreve a atitude arrogante do rei da Babilônia, que queria se elevar acima de todos, até mesmo de Deus. Representa o orgulho humano levado ao extremo. O contraste com seu destino final — ser lançado ao lugar mais baixo — mostra que Jeová detesta o orgulho e que nenhum ser humano, por mais poderoso que seja, pode ocupar um lugar que pertence somente a Deus.
Isaías 14:13, 14. Este versículo nos ajuda a manter os pés no chão. O rei da Babilônia ficou arrogante e acabou humilhado. Na vida, quando começamos a confiar demais em nós mesmos ou pensamos que não precisamos de Jeová, a mesma coisa pode acontecer. Este texto nos lembra que é sempre melhor cultivar a humildade, porque Jeová abençoa os humildes, mas deixa os orgulhosos caírem sob o próprio peso.
Isaías 15:5. Embora o capítulo anuncie o julgamento contra Moabe, este versículo revela a compaixão de Jeová. Ele não se alegra com a calamidade de ninguém, nem mesmo com a dos inimigos de Israel. A imagem dos fugitivos chorando enquanto descem as colinas revela o sofrimento humano causado pela desobediência e pelo orgulho. Jeová, por meio do profeta, expressa tristeza diante dessa cena.
Isaías 15:5. Ao lermos este versículo, somos surpreendidos pela compaixão de Jeová. Embora Moabe tivesse agido de forma errada, Jeová não se alegrou em ver seu sofrimento. Isso nos ensina que nós também não devemos nos alegrar quando alguém que nos fez mal passa por dificuldades.
Isaías 16:5. Este versículo fala do governo estabelecido na tenda de Davi, um trono baseado no amor leal, na justiça e na equidade. Embora tenha tido um cumprimento parcial nos reis fiéis de Judá, aponta especialmente para o reinado messiânico de Jesus, que governa com perfeita justiça e amor inabalável.
Isaías 16:5. Este versículo nos encoraja porque nos lembra que o governo de Jeová, representado hoje pelo Reino de Cristo, é completamente diferente dos governos humanos. Ele se baseia no amor leal, algo que não vemos neste mundo. Saber que Jesus governa com verdadeira justiça e sem favoritismo nos dá grande paz.
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