Estudo do Livro de Congregação, Semana de 24 de fevereiro a 2 de março de 2025, Capítulo 23, parágrafos 1 a 8 e introdução à seção 8. Respostas.
Estudo do Livro de Congregação, 24 de fevereiro, 2 de março de 2025, Capítulo 23, parágrafos 1 a 8 e introdução à seção 8. Respostas.
Estudo bíblico de congregação (30 minutos) bt cap. 23 parágrafos. 1-8 e introdução à seção 8.
1, 2. Por que Paulo foi a Jerusalém e o que ele encontrou lá?
Paulo decidiu ir a Jerusalém com um propósito claro: dar apoio aos irmãos, tanto material como espiritualmente. Ele sabia que alguns cristãos na cidade tinham dificuldade em aceitar as mudanças que Jeová tinha feito na sua organização, fazendo com que se apegassem ao passado. A sua presença pode ser útil para fortalecer a sua fé e unidade. No entanto, não seria uma jornada fácil. Além das preocupações dentro da congregação, uma forte oposição também o aguardava.
Os inimigos de Cristo não apenas o acusariam falsamente, mas chegariam ao ponto de espancá-lo e ameaçá-lo de morte. Apesar de tudo isso, Paulo não hesitou em ir porque confiava plenamente em Jeová. Esta jornada demonstraria sua humildade, bravura e fé inabalável. Seu exemplo nos ensina que servir a Jeová muitas vezes envolve enfrentar desafios, mas com confiança em Deus podemos permanecer firmes.
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Paulo foi a Jerusalém porque queria apoiar os irmãos, não só com ajuda material, mas também espiritual. Ele sabia que alguns ainda se apegavam ao passado e precisavam aceitar as mudanças que Jeová havia feito na sua organização. Apesar dos perigos que o aguardavam, ele estava determinado a cumprir o seu propósito.
Como diz Atos 19:21, Paulo estava determinado a ir a Jerusalém apesar dos riscos. Isso nos faz pensar em como, às vezes, Jeová nos guia por caminhos que podem parecer difíceis, mas se confiarmos Nele, poderemos seguir em frente com determinação, sabendo que estamos fazendo a Sua vontade.
Paulo enfrentou falsos rumores e acusações em Jerusalém, mas isso lhe deu a oportunidade de defender a verdade. A sua bravura reflecte o que muitos servos de Deus experimentaram: serem incompreendidos ou perseguidos pela sua fé. No entanto, o seu exemplo lembra-nos que, com a ajuda de Jeová, podemos permanecer firmes, independentemente das dificuldades.
3-5. a) Com quem Paulo se encontrou e sobre o que conversaram?
No dia seguinte à sua chegada a Jerusalém, Paulo reuniu-se com os anciãos que lideravam a congregação. Embora a história não mencione os apóstolos, provavelmente porque serviam em outro lugar, nota-se a presença de Tiago, irmão de Jesus, que provavelmente presidiu a reunião. Durante a reunião, Paulo contou-lhes detalhadamente como Jeová havia abençoado seu ministério entre as nações.
Ele certamente compartilhou experiências de conversos que aceitaram a verdade em diferentes países, o que sem dúvida encorajou muito os presbíteros. Ele também os informou sobre as doações que havia trazido de congregações na Europa, demonstrando o amor e a unidade entre os cristãos. Os presbíteros, vendo a bondade e a generosidade dos irmãos, não puderam deixar de glorificar a Deus.
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Paulo reuniu-se com os anciãos da congregação em Jerusalém, e é provável que Tiago, irmão de Jesus, tenha liderado a reunião. Paulo contou-lhes em detalhes como Jeová havia abençoado o ministério deles entre as nações, o que certamente os encorajou muito. Ele também lhes contou sobre as doações que trouxe das congregações da Europa, demonstrando o amor e a unidade entre os cristãos.
Quando Paulo contou tudo o que Deus havia feito através do seu ministério, os presbíteros ficaram encorajados. Isto nos faz refletir sobre como ouvir experiências de fé fortalece nossa confiança em Jeová. Assim como diz Provérbios 25:25, receber boas notícias de longe é revigorante, porque nos lembra que a obra de Deus continua avançando.
A história mostra que os anciãos ficaram encorajados quando souberam do progresso da obra em outros países. Isto nos lembra o que diz Provérbios 25:25: “Como água fria para a alma cansada são as boas novas provenientes de uma terra distante.” Quando aprendemos como Jeová abençoa irmãos em diferentes partes do mundo, sentimo-nos revigorados espiritualmente e fortalecidos na nossa fé.
3-5. b) O que aprendemos da reunião que Paulo teve com os anciãos de Jerusalém?
Este encontro nos deixa várias lições valiosas. Em primeiro lugar, vemos a importância de compartilhar boas experiências com os irmãos. Paulo contou-lhes detalhadamente como Jeová estava abençoando a obra em outras partes do mundo, o que sem dúvida foi muito encorajador para os anciãos de Jerusalém. Isto nos lembra que ouvir notícias positivas fortalece nossa fé. Também aprendemos o valor da generosidade.
Paulo trouxe doações de congregações distantes, demonstrando o amor e a união entre os cristãos. Quando ajudamos os nossos irmãos necessitados, não lhes oferecemos apenas alívio material, mas também conforto e esperança. Finalmente, os presbíteros responderam com gratidão e glorificaram a Deus. Isto nos ensina que, em vez de assumirmos o crédito para nós mesmos, devemos sempre reconhecer que Jeová é quem torna possível qualquer boa ação dentro do seu povo.
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Esta reunião nos ensina a importância de compartilhar boas novas sobre a obra de Jeová e de ajudar nossos irmãos necessitados. Os anciãos ficaram emocionados e deram glória a Deus, lembrando-nos que tudo o que fazemos na congregação deve ter como objetivo honrar a Jeová e fortalecer a fraternidade cristã.
Vendo a generosidade dos seus irmãos de outras terras, os anciãos glorificaram a Deus. Isto nos ensina que nossas ações podem levar outros a reconhecer o amor de Jeová. Em tempos difíceis, a ajuda da congregação não só alivia as necessidades materiais, mas também fortalece a fé e reforça a unidade cristã.
A reação dos mais velhos ao verem as doações nos mostra que o amor entre os cristãos vai além das distâncias. O fato de congregações distantes cuidarem dos seus irmãos em Jerusalém demonstra que o espírito de Jeová une o seu povo em todo o mundo. Hoje, quando apoiamos aqueles que sofrem, não apenas aliviamos as suas necessidades, mas também demonstramos que o amor verdadeiro é uma das maiores bênçãos de servir a Deus.
6. Sobre que problema contaram ao Pablo?
Os anciãos de Jerusalém explicaram a Paulo que havia um problema sério na Judéia que o envolvia diretamente. Disseram-lhe que havia milhares de cristãos judeus na região que permaneciam muito zelosos pela lei de Moisés. No entanto, eles ouviram rumores de que Paulo estava ensinando aos judeus que viviam fora de Israel que deveriam abandonar a lei de Moisés, deixando de praticar a circuncisão e outras tradições.
Este mal-entendido era perigoso, pois poderia criar divisão dentro da congregação e afetar a reputação de Paulo entre os crentes judeus. Embora Paulo nunca tenha ensinado que os judeus não poderiam seguir estes costumes se quisessem, ele deixou claro que a salvação não dependia da lei, mas da fé em Cristo. A preocupação dos anciãos era que esses rumores levassem a conflitos e desacreditassem a mensagem do Reino.
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Os anciãos informaram Paulo sobre um problema na Judéia que tinha a ver com ele. Disseram-lhe que muitos judeus cristãos eram defensores fervorosos da Lei e que tinham ouvido rumores de que ele ensinou os judeus de outras nações a abandonar a Lei de Moisés, a não circuncidar os seus filhos e a abandonar os seus costumes. Isto poderia causar preocupação e divisão entre os crentes.
Os rumores sobre Pablo refletem como falsas acusações podem criar mal-entendidos na congregação. Atos 21:20,21 mostra que embora estes crentes aceitassem a Cristo, eles permaneceram profundamente enraizados na Lei. Isto nos lembra da importância da paciência e do esforço para manter a unidade.
O apego destes cristãos às tradições ensina-nos que aceitar mudanças espirituais pode ser um desafio. Paulo teve de enfrentar estas preocupações com sabedoria, lembrando-nos que quando surgem diferenças na congregação, é melhor abordá-las com amor e respeito, seguindo o exemplo de Cristo.
7, 8. a) Que conceito errado tinham muitos cristãos judeus?
Embora a lei de Moisés tenha deixado de vigorar com o sacrifício de Jesus, muitos cristãos judeus na Judéia continuaram a acreditar que deveriam obedecê-la. Isto acontecia em parte porque, embora a carta enviada às congregações de Jerusalém em 49 DC deixasse claro que os cristãos de origem gentia não eram obrigados a ser circuncidados ou a seguir a Lei, essa carta não mencionava especificamente os cristãos judeus.
Como resultado, muitos assumiram que deveriam continuar sob a Lei. Este pensamento erróneo estava profundamente enraizado na sua cultura e tradição, uma vez que durante gerações a Lei tinha sido o eixo da sua identidade como povo. Eles não entendiam completamente que a nova aliança substituiu a Antiga e que não era mais necessário seguir a Lei Mosaica para serem aceitos por Deus. Portanto, precisavam corrigir seu modo de pensar e confiar mais na orientação da congregação cristã.
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Muitos cristãos judeus tinham a opinião errada de que a Lei de Moisés ainda estava em vigor para os cristãos judeus. Embora no ano 49 tivesse sido esclarecido que os cristãos de origem gentia não tinham que obedecer à Lei, alguns judeus pensavam que deveriam segui-la, porque a carta dos apóstolos e dos anciãos não os mencionava diretamente.
O facto de muitos cristãos judeus terem continuado apegados à lei mostra que as mudanças espirituais podem ser difíceis de aceitar. Colossenses 2:14 explica que a lei foi “pregada no madeiro”, o que significa que não era mais necessária. Isto nos ensina que temos de confiar na orientação de Jeová e estar dispostos a conformar-nos com o seu propósito.
Os cristãos judeus não desobedeceram por rebelião, mas porque acharam difícil deixar para trás algo que fazia parte da sua identidade há gerações. Isto nos lembra que, mesmo que certos hábitos ou crenças nos pareçam corretos, temos de nos certificar de que estejam em harmonia com o que Jeová realmente deseja.
7.8. b) Por que dizemos que aqueles que tinham esse ponto de vista errado não se tornaram apóstatas?
Embora estes cristãos judeus tivessem um conceito errado sobre a Lei de Moisés, não se tornaram apóstatas, visto que não rejeitavam a Jeová nem adotavam crenças pagãs. Eles simplesmente tiveram dificuldade em aceitar que a Lei não era mais necessária para adorar a Deus.
O problema não era o seu desejo de obedecer a Jeová, mas antes a sua falta de compreensão e de confiança na congregação cristã. Para eles, a lei mosaica era algo sagrado, dada pelo próprio Jeová, e acharam difícil aceitar que não fosse mais um requisito. Contudo, com o tempo, Paulo e outros cristãos maduros ajudaram a corrigir esse pensamento.
Na carta aos Hebreus, Paulo explicou claramente que a nova aliança era muito melhor que a antiga e que a Lei havia sido substituída. Assim, muitos conseguiram fortalecer a fé e compreender que a verdadeira adoração não dependia de seguir a Lei mosaica.
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Apesar do seu erro, estes cristãos não se tornaram apóstatas. Não adotavam práticas pagãs nem adoravam deuses falsos, mas ainda se apegavam a uma lei dada pelo próprio Jeová. No entanto, estando agora sob o novo pacto, eles precisavam corrigir seu modo de pensar e confiar nas mudanças que Jeová estava fazendo na sua organização.
Jeremias 31:31-34 profetizou sobre um novo pacto, mostrando que o próprio Jeová havia ordenado uma mudança no seu modo de tratar seu povo. Isto nos ensina que quando Jeová estabelece algo novo, devemos confiar Nele e não nos apegar ao passado.
Lucas 22:20 menciona que Jesus falou da nova aliança ao instituir a Ceia do Senhor. Isto mostra que a adoração deveria centralizar-se em Cristo, e não na Lei mosaica. Assim como os cristãos judeus tiveram de ajustar seu modo de pensar, nós também temos de estar dispostos a fazer mudanças quando Jeová nos guiar numa nova direção.
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